As notícias de hoje, 02/10, são:
Notícia - Salão Imobiliário SP:
- Construtoras comemoram vendas durante o Salão Imobiliário São Paulo
Notícias - Mercado Imobiliário:
- Onda de fusões atinge o mercado imobiliário
- Com crédito fácil, consumidor sai em busca da casa ideal
- Custo alto ameaça moradia popular
- Casa própria
Notícia - Salão Imobiliário SP:
Construtoras comemoram vendas durante o Salão Imobiliário São Paulo
As empresas participantes da segunda edição do Salão Imobiliário de São Paulo (SISP), encerrado ontem, comemoram os resultados alcançados. O destaque ficou para os imóveis chamados econômicos. Os estandes da Itaplan e da Tenda eram os mais concorridos no final de semana. Fabio Rossi Filho, diretor da Itaplan, afirma que durante este mês a empresa fechou 250 unidades o que representou R$ 50 milhões. De acordo com Rossi, esse montante foi 50% maior do que a quantidade de negócios fechados no mesmo período do ano passado e afirma que os clientes atendidos no SISP fizeram a diferença neste resultado.
Os destaques foram os apartamentos de R$ 60 a R$ 150 mil. No total, a empresa ofereceu 20 empreendimentos "Durante o evento atendemos mais de duas mil pessoas. O mercado está muito aquecido", afirma Rossi.
"A feira foi uma maravilha", comemora Guilherme Ribeiro, executivo da Fernandez Mera. A empresa apresentou cerca de 1.500 produtos, de 12 empresas diferentes. "O número de visitantes dobrou em relação ao ano passado. As pessoas estavam interessadas em comprar", diz Ribeiro.
O executivo destaca que a tecnologia foi a grande aliada na venda dos produtos. "Este ano as empresas estão mais integradas com os bancos. Temos condições de mostrar um produto a um cliente e fazer uma simulação do financiamento na seqüência. Em poucos minutos o cliente pode ter a operação aprovada", garante Ribeiro.
Jair Davello, diretor comercial da Goldfarb, afirma que 25 imóveis foram vendidos durante a feira e que nas próximas semanas novos negócios devem ser fechados, já que muitos clientes devem visitar os estandes dos empreendimentos. Na previsão do executivo, pelo menos mais 75 imóveis devem ser vendidos nos próximos dias. A empresa prevê comercializar R$ 50 milhões.
Para os bancos os resultados também foram positivos. O evento gerou mais de R$ 100 milhões em potenciais negócios para o Banco Real. "Os negócios foram um resultado da solução completa em financiamento imobiliário oferecida, graças à parceira Lopes e Banco Real", comemora Antonio Barbosa, superintendente de crédito imobiliário do Banco Real.
Notícias - Mercado Imobiliário:
Onda de fusões atinge o mercado imobiliário
Em meio a uma onda de fusões e aquisições, além do aumento de financiamentos em parcelas de até 30 anos que começam a aparecer e impulsionarão o mercado imobiliário nos próximos anos no País, o executivo João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), comemora um dos melhores momentos desse segmento no mercado nacional, com recordes de vendas. Para ele, apesar do momento favorável, é preciso que sejam criadas novas linhas de financiamento para impulsionar o segmento de baixa renda.
Completamente descolado da crise imobiliária dos Estados Unidos, que impactou nas últimas semanas o mercado mundial, o cenário de sucesso do setor no País indica como a economia aquecida tem mantido pungente a venda de imóveis. Com isso, o segmento acelera em direção à profissionalização, amadurecendo um mercado dominado por cerca de 20 grandes empresas que chegam a deter hoje cerca de 35% do setor, conforme revela João Crestana ao programa Panorama do Brasil, apresentado pelo jornalista Roberto Müller e exibido nesta manhã pela rede TVB.
Também participaram da entrevista com o presidente da entidade, para falar de como o aumento de financiamentos é importante e as tendências do setor, interessado cada vez mais em investir na área de governança corporativa, a jornalista Camila Abud, editora de Serviços e Comércio do DCI e Milton Paes, da Rádio Nova Brasil FM. A seguir os principais trechos da entrevista com o executivo do Secovi.
Roberto Müller — Como é para o senhor assumir o Secovi em um momento em que as vendas e os financiamentos de imóveis estão explosivamente crescendo, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, onde a questão dos imóveis, a questão imobiliária são o grande problema?
João Crestana — É uma responsabilidade muito grande, principalmente devido ao fato de estar substituindo o Romeu Chap Chap. Ele foi presidente por um período de 12 anos, dividido em duas fases. Ele imprimiu a sua personalidade na casa e estamos seguindo o que aprendemos com ele. Agora, a fase é muito feliz e oportuna, mas é muito mais uma fase de retomada que de uma explosão. Na época de 70 e começo dos anos 80, o Brasil financiava o dobro das habitações que financia hoje, quando a população era metade de hoje. Então estamos com um caminho muito grande para chegar ao nível que estivemos nos anos 80. É um crescimento, uma retomada bastante gradual, até porque ela se baseia em alguns fatos muito sólidos como um bom esqueleto legal, marco regulatório forte, que vem sendo montado desde 1997 com a Lei do Sistema Financeiro e Imobiliário e que foi evoluindo ao longo destes dez anos. É um fator bastante forte. Também forte é o fato que a liquidez internacional traz recursos muito fortes. Através dos bancos, ela traz uma competição muito forte e que causou a possibilidade de termos o mercado aquecido que temos hoje. Precisamos chegar nos níveis que já estivemos e precisamos chegar nos níveis que outros países do mundo, não estamos falando nem de Estados Unidos, Espanha, mas de México e Chile, que estão com bastante sucesso.
Camila Abud — Queria que falasse sobre o Salão do Imóvel, tão importante para o setor, vendendo até empreendimentos fora do Brasil. Que regiões tiveram destaque? Como as empresas encaram o evento, que copia o modelo de sucesso de Madri [Espanha]?
João Crestana — O Salão Imobiliário São Paulo coroa a semana importantíssima para o setor imobiliário e ficará marcado como um evento periódico do setor. O salão tem gente de fora do País e de São Paulo, mas o forte sempre foi São Paulo e regiões próximas, até do interior, mas o Brasil inteiro está representando. A faixa [de imóveis] sai de R$ 60 mil e vai até acima de R$ 2 milhões.
Milton Paes — Os bancos oferecem cada vez mais produtos diversificados no sentido de financiamentos imobiliários. A redução da taxa de juros e uma economia estabilizada têm facilitado a aquisição não só da classe A, mas também da classe média?
Roberto Müller — E mesmo a classe pobre como nos disse recentemente neste programa o ministro Mantega.
João Crestana — De fato a classe média e classe média alta, os maiores consumidores de financiamentos estão muito bem atendidas, até porque com a liquidez internacional, os bancos estrangeiros vieram para cá e trouxeram uma quantidade muito grande de recursos e isso possibilitou que as classes fossem atendidas por meio de uma competição muito positiva. A classe média e média alta estão atendidas, mas a maior necessidade que o País tem é na fase de imóveis de baixa e baixíssima renda.
Roberto Müller — E aí parece que existem financiamentos de até 30 anos, não é?
João Crestana — O financiamento até 30 anos está começando a aparecer, principalmente em termos de disponibilidade teórica. É um produto que existe. Na prática, ele tem tido uma aplicação pequena, até porque nessa fixa de classe média e média baixa, o mercado carece de um pouco mais de competição nos agentes aplicadores. Hoje, o mercado se concentra muito em um aplicador e o nosso mercado entende que a sociedade inteira deveria se debruçar com bastante carinho nessa necessidade, de transformar esse mercado em um mercado provido de bancos que concorram entre si e tragam um pouco mais de alternativas como o que ocorreu com sucesso na faixa mais alta. Hoje, quem financia para as classes mais altas são as poupanças, que estão em todos os bancos. De 2003 a 2007, esse montante multiplicou por cinco. Eram R$ 3 bilhões e este ano serão R$ 15 bilhões. Já do outro setor, que é de classe média baixa, ele saiu de R$ 3 bilhões e hoje possivelmente chegará perto de R$ 6 bilhões, ou seja, chegou ao máximo na multiplicação por dois e é onde o grande déficit habitacional se situa. Este canal de aplicação está em uma fase de transição. O fundo de garantia precisa encontrar um canal eficiente.
Milton Paes — Em relação ao financiamento para baixa renda, o grande financiador é a Caixa Econômica Federal, mas existem alguns bancos viabilizando entrar nessa modalidade. O Ministério das Cidades e a própria Caixa têm investido em projetos de várias prefeituras no sentido dessa questão da construção de unidades habitacionais. Isso pode reverter em investimentos e contribuir para a redução do déficit habitacional?
João Crestana — Tudo isso é positivo. A Caixa Econômica é um protagonista primordial ao longo dos últimos 20 anos. Mas, acredito que não é suficiente e os números demonstram, que isso não tem sido um canal suficiente, e precisa ter uma maior concorrência, a exemplo que ocorreu nas outras faixas. Já os programas feitos de CDHU, municípios e estados são muito positivos e tem o auxilio das fontes federais e vai contribuir para diminuir o déficit, mas ainda de uma maneira muito lenta.
Roberto Müller — Uma questão que não é lenta é a inclusão das empresas do setor na Bolsa de Valores para captar recursos no mercado de ações. Isso é uma tendência no setor? Entrou bastante dinheiro, deu para comprar muito terreno?
João Crestana — Foi uma tendência muito importante e positiva. Mais de 20 empresas já fizeram a abertura de seu capital e trouxeram um volume muito perto de R$ 20 bilhões para o Brasil e com isso trouxeram uma força muito grande para o setor. Isso é para valer, é para ficar, porque as empresas estão investindo muito na área de governança corporativa, informações sérias, de uma maneira muito profissional e as empresas estão sim tomando conta de uma parcela significativa do mercado, até causando uma concorrência muito grande no setor, uma concentração de movimento, contrariando o histórico do setor, que era disperso. Hoje é concentração, tanto que as pequenas e médias estão tendo que descobrir uma forma alternativa de trabalhar nesse universo.
Roberto Müller — O ingresso das empresas no mercado de capitais, com a capitalização é enorme, e isso está provocando no setor uma mudança no comportamento destas empresas. É um momento de fusão e concentração?
João Crestana — É verdade. O setor sempre foi bastante pulverizado e, antes, se tomássemos as 20 maiores empresas, elas não teriam mais de 10% do mercado, isso há dez anos. Hoje, se tomarmos as 20 ou 25 maiores empresas do setor, elas tomam conta de 30% a 35% do mercado. É uma concentração e quer dizer que as pequenas empresas, para trabalhar, sentem a necessidade de fazer parcerias e dentro de empreendimentos às vezes fundirem em empresas médias.
Roberto Müller — Está havendo muito capital estrangeiro no setor?
João Crestana — Está havendo sim, estas capitalizações que as empresas fizeram foram formadas em grande parte pelo capital estrangeiro. O Brasil é uma opção muito importante e, sem dúvida, a mais atrativa em relação a risco e lucratividade no cenário internacional.
Camila Abud — Quantas empresas o Secovi representa e, com o boom do mercado imobiliário em São Paulo, ainda existem muitas possibilidades de vendas na cidade?
João Crestana — O Secovi representa cerca de mil empresas e principalmente cerca de 40 mil condomínios, por meio de seus síndicos, um foco de atividades muito grande. São Paulo tem muito que crescer. Hoje, São Paulo é uma das cidades menos adensadas do mundo, se comparar com cidades compatíveis como Hong Kong, Xangai Nova York, e não com cidades históricas como Paris e Roma, que não têm características similares. São Paulo foi muito prejudicada pelo Plano Diretor e zoneamento muito infelizes, restritivos e confusos. Até hoje não estão totalmente adequados. A cidade está chegando à conclusão que isso é um problema, não há a aprovação do número de plantas que se precisa, já está refletindo na área comercial, com menos lançamento. A cidade está ficando muito afetada pela falta de novos lançamentos e aprovação de plantas. Por isso, a prefeitura está ciente do assunto e preparada para encaminhar uma mudança do zoneamento, muito ruim, que é do final de 2005.
Roberto Müller — Há estoques de terrenos em São Paulo?
João Crestana — Não há estoques de terrenos em São Paulo, o que há é uma infinidade de áreas com casas antigas, galpões, bairros degradados e também pontos que devem ser preservados. São Paulo deve se debruçar sobre esse problema com serenidade e profissionalismo sobre esse ponto de uma forma para trazer habitação com famílias de boa renda, de média e baixa renda convivendo em harmonia com comércio, cinemas, lazer para ter um tecido social, para trazer essa qualidade de vida, que não se cria com guetos, juntando determinados núcleos. Para isso tem que usar com inteligência as áreas da cidade, permitindo que ela seja melhorada, tal como foi em Buenos Aires, Detroit, Boston e outras tantas no mundo.
Camila Abud — Qual a expectativa de volume de vendas de imóveis na capital, já que o setor está bem na cidade, em comparação com o ano passado. O que vocês estão esperando para este ano?
João Crestana — Este ano vai ter possivelmente um aumento de vendas em cerca de 16%, o que significa passar de um volume de perto de 27 mil ou 28 mil na cidade de São Paulo no ano passado para cerca de 30 mil este ano. O volume de venda esperado é de cerca de R$ 8 bilhões.
Camila Abud — Tem alguma área de destaque? Condomínios horizontais?
João Crestana — A área de destaque são os grandes condomínios, com grandes projetos. A cidade de São Paulo tem aprovado muito menos unidades de empreendimentos, mas cada empreendimento com muito mais habitações, mais moradias. O volume cresceu acompanhando o tamanho e a força das empresas.
Milton Paes — Na cidade de São Paulo, há a necessidade de revitalização por conta da prefeitura no sentido de mudar, desenvolver o comércio, acoplar várias classes sociais e movimentar determinadas áreas da cidade? Campinas, por exemplo, e acho que isso é uma tendência do interior, diferente de São Paulo, tem o Plano Diretor e áreas para expansão de novos negócios e empreendimentos. Gostaria que o senhor fizesse um paralelo entre São Paulo, que tem grande concentração, e o interior?
Roberto Müller — Pegando carona nessa pergunta do Milton, fiquei sabendo que as empresas que se capitalizaram em bolsa têm aumentado seu estoque de terrenos nas cidades prósperas do interior como Campinas e Santos, no litoral. É verdade isso?
João Crestana — É verdade. É uma realidade muito importante que com o Plano diretor de São Paulo e o zoneamento feitos aqui, há possibilidade de terrenos sim na periferia e como falado para revitalização de áreas. Há terrenos na periferia que poderiam ser utilizados, mas por essa restrição o interior está sendo muito privilegiado. Campinas, Jundiaí estão sendo cidades importantes. O interior está sendo demandado por empresas fortes e pequenas também. Porque as possibilidades dadas por seu Plano Diretor, e todas as cidades são obrigadas, dependendo do seu tamanho, a manter Plano Diretor e aqui alertamos as que estão preparando seu zoneamento que, por favor, não se baseiem em São Paulo. Essas cidades apresentam oportunidades e espero que sejam oportunidades de mercado e que possibilita a criação de um tecido social vivo e seguro e que possibilite a integração das atividades da população, habitacional, comercial e escritórios de serviços.
Roberto Müller — Criou-se uma confusão em alguns setores e na percepção de algumas pessoas de que o problema da turbulência que assusta o mercado de ações e arrisca contaminar a economia real, originado basicamente na crise imobiliária nos Estados Unidos, tem relação com o que esta ocorrendo aqui. Há uma ligação ou o Brasil se beneficia com isso?
João Crestana — Nesse caso, acho que alguns pontos devem ser esclarecidos e enfatizados. É uma crise em um setor, os financiamentos concedidos sem garantia para pessoas que não tinham condições de pegar financiamentos, o subprime. Esse financiamento foi mais uma crise financeira ligada à habitação, por causa deste setor que representa menos de 5% do total do crédito americano e, desse, perto de 1% é o que deu este tipo de problema. O mundo inteiro vai sentir, em todas as atividades. Agora, no Brasil, primeiro o País está forte para segurar as situações internacionais. Segundo, que a atividade imobiliária está no reverso dos Estados Unidos. Nossa concessão de crédito é restritiva. Neste momento, não beneficia a nós, a crise, mas também não influencia. O setor, no Brasil, tem que crescer.
«Hoje, se tomarmos as 25 maiores empresas do setor, elas tomam conta de 30% a 35% do mercado»
Capital
«Mais de 20 empresas já fizeram a abertura de seu capital e trouxeram um volume perto de R$ 20 bilhões ao Brasil e agregaram uma força muito grande para o setor»
Expansão
«São Paulo tem muito a crescer. Hoje, é uma das cidades menos adensadas do mundo, se comparar com cidades compatíveis: Hong Kong, Xangai Nova York»
Imobiliária
Fusões animarão o mercado imobiliário
João Crestana
São Paulo
Uma onda de fusões e aquisições, a expansão do crédito imobiliário em contratos de até 30 anos e a integração com os bancos, fatores que fizeram tanto sucesso no Salão Imobiliário de São Paulo, encerrado ontem, devem impulsionar o mercado imobiliário nos próximos anos no País. O setor, que bate recordes de venda e se mostra um dos mais aquecidos do País, segue o caminho da consolidação e da abertura de capital. "Tanto que, nos últimos dois anos, as empresas do segmento que abriram seu capital — cerca de 20 — acabaram trazendo perto de R$ 20 bilhões para o Brasil", afirma João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).
Em entrevista ao programa Panorama do Brasil, exibido nesta manhã pela TVB, Crestana ressalta como a abertura de capital força as empresas a investirem mais em governança corporativa, mas reclama das "poucas ofertas de linhas de financiamentos para baixa renda". Para o executivo, o mercado é dominado por cerca de 20 grandes empresas.
especialpág. A7
Com crédito fácil, consumidor sai em busca da casa ideal
Com o aumento dos financiamentos para a compra da casa própria, as construtoras começam cada vez mais a oferecer diferentes tipos de imóveis para o consumidor.
Ofertas há para todos os bolsos e todos os gostos. Afinal, cada um tem um sonho para casa própria – com varanda, com quintal, com churrasqueira, em uma rua tranqüila ou em um bairro da moda. Se, antes conseguir o financiamento imobiliário era uma tarefa cheia de obstáculos, hoje já tem gerente de banco oferecendo o dinheiro para os clientes.
Quando começou a procurar um apartamento para morar, Reginaldo tinha uma prioridade: “Área de lazer, porque eu tenho filho pequeno de 3 anos”, disse.
Para outros, a casa ideal é aquela que não pesa no bolso. Uma construtora investiu em casas práticas e baratas. As paredes são feitas de isopor e fibra de vidro. Um modelo igual, de 64 metros quadrados, custa R$ 47 mil e é montado em 15 dias.
“As vantagens da casa são, primeiro, a rapidez na execução, por ser um processo desenvolvido para que ele pudesse ser rápido na montagem, exatamente para o atendimento de uma classe mais baixa que tem que sair de uma prestação de aluguel ou uma prestação de lote e já ter uma casa totalmente financiada”, destaca o engenheiro civil José Carlos Zacharias.
Crédito
Sair do aluguel está mais fácil. Em alguns casos, o dinheiro até bate à porta. “Eu recebi uma carta da gerente do meu banco dizendo que eu preciso comprar um imóvel agora. Eles iam me dar o dinheiro para comprar”, comentou o assessor artístico Marcos Antônio Correia.
“Os juros estão cada vez mais baixos. Os prazos de financiamento estão amplos, e as condições para obtenção são muito mais fáceis”, aponta o presidente do Sindicato das Empresas de Habitação de São Paulo, João Crestana.
Aquecido pelo crédito fácil, o mercado aos poucos muda a paisagem. Em um único quarteirão de um bairro antigo de São Paulo, cinco prédios estão sendo construídos. Uma construtora apostou em um condomínio que reúne apartamentos residenciais, escritórios, mini-shopping e muita área de lazer.
“Dentro das pesquisas hoje, uma das maiores angustias dos brasileiros é ter tempo de voltar uma pouco mais cedo, de fugir do trânsito e de estar mais presente na educação dos filhos, da família e mais tempo com a esposa etc.”, diz o diretor de uma construtora, Cláudio Dall’Acqua.
Luxo
Espaços amplos e bem planejados – esta é a tendência de alguns lançamentos. Em São Paulo, a construtora de um prédio, por exemplo, além de projetar uma sala grande, transformou a sacada do apartamento em uma imensa área de lazer, com direito até a churrasqueira. A cozinha adquiriu ares de modernidade e não precisa ser grande, como no passado.
“É tudo muito prático e muito rápido para a dona de casa mesmo aproveitar a área de lazer que é a varanda e estar participando junto com a família”, comenta a coordenadora de vendas Cristina Borges.
Um casal de médicos fechou negócio. Comprou um apartamento de R$ 700 mil cheio de vantagens.
“Tem uma área de lazer muito boa, uma localização excelente, muito área verde e eu trabalho aqui perto”, diz a médica Cybelle Potenza Nery.
Apesar de tudo isso, o apartamento ainda não é o dos sonhos. O desejo sempre está em um andar mais alto. “O que eu queria era cobertura”, revela a médica. Mas já deu para comemorar.
Fonte: G1 - Globo Online
Custo alto ameaça moradia popular
A disparada nos preços dos imóveis acendeu a luz amarela no Palácio do Planalto. Assessores do presidente Lula temem que o encarecimento da construção civil prejudique um dos pilares do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): a moradia para a população de baixa renda, na qual se concentra mais de 80% do déficit habitacional do país. Nos últimos três anos, quando o crédito para a compra da casa própria explodiu e o poder de compra dos trabalhadores aumentou, o valor dos imóveis praticamente triplicou. A alta ficou evidente, sobretudo, nos empreendimentos para a classe média, que mais tem demandado imóveis. Esse movimento, porém, já começa a contaminar o preço do metro quadrado de moradias de menor valor. E dependendo da velocidade do aumento, dificilmente o governo conseguirá tirar do papel vários projetos incluídos no PAC, pois os valores dos imóveis não serão compatíveis com a renda dos potenciais compradores.
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, encarregado pelo presidente Lula de tocar as obras na área de habitação, garante que a situação está sob controle. "Todos os programas habitacionais incluídos no PAC têm tetos de preços fixados em contrato", afirma. Ou seja, as construtoras não têm como reajustar os empreendimentos no mesmo ritmo de valorização do mercado. "Na verdade, os projetos do PAC funcionam como limitadores para os preços das construções. E eu creio que o aumento da oferta de imóveis - como previsto no PAC - terá um efeito saudável no mercado. Mais imóveis, preços menores", afirma.
Diretor de Obras da Apex Engenharia, especializada em empreendimentos para a baixa renda, Eduardo Aroeira não endossa o otimismo do ministro. "A construção está passando por um forte aumento de custos. Em apenas uma semana, o saco de cimento passou de R$ 11 para R$ 16 - alta de 45% - devido à forte demanda e à escassez do produto. E o cimento representa 15% do custo de uma construção", destaca. "Não vejo como as construtoras não repassarem esses aumentos de custos para o valor dos imóveis", acrescenta. Paraele, o metro quadrado da construção, de R$ 600, fixado em vários contratos do governo para a baixa renda, como o Programa de Arrendamento Residencial (PAR), já está ultrapassado.
Diante desse quadro, avalia Rodrigo Nogueira, sócio-diretor da JCGontijo Engenharia, não restará outra alternativa às construturas senão a de repassarem os custos para os compradores.
Fonte: Diário de Pernambuco
Casa própria
Até 24 de setembro, as contratações de crédito para habitações sociais, na Caixa Econômica Federal, somaram R$ 6,9 bilhões, atendendo 336.809 famílias. Desse total, 89% eram de famílias com renda de até cinco salários mínimos.
Fonte: Estadão
terça-feira, 2 de outubro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Valorize o Que você tem !!!

Valorize o que você tem !!!
Existe um hino que diz:
Quero que valorize o que você tem.....
Nada de ficar sofrendo angústia e dor neste teu complexo interior.....
O espírito Santo se move em você......
Você tem valor.
Todos nós que aceitamos a Cristo um dia como nosso único e suficiente salvador, temos um valor inestimável, e o preço que valemos, foi pago com sangue, sangue do cordeiro imaculado Jesus Cristo.
Infelizmente, muitos tem se esquecido deste valor e tendo dado ouvidos a doutrinas enganadoras enfatizadas pelo inimigo de nossas almas, conhecido pelo nome de Satanás.
Muitos são os argumentos que poderia usar para ressaltar o valor que você e eu temos, mas vou me pautar apenas no fator principal, que é o fato de Jesus ter dado a sua vida para nos redimir.
O Inimigo de nossas almas conheceu o céu e tudo que nos espera, sabe também da veracidade da bíblia, mas o objetivo principal dele é que como já está derrotado, pretende levar a derrota a muitos outros.
Se temos valor, temos que fazer valer este valor, indo contra o que Satanás deseja, e indo de encontro ao que Cristo quer.
Pecar voluntariamente é não se dar valor, Desistir de servir a Jesus e curtir as coisas hodiernas que o mundo oferece, é não se dar valor, Fornicar é não se dar valor, adulterar é não se dar valor, roubar é não se dar valor, mentir é não se dar valor, fofocar da vida alheia é não se dar valor.
Pecando estamos novamente crucificando a Cristo. Reflita nesta mensagem simples, e de valor ao Espírito Santo que está dentro de você, valorize o que você tem e dê frutos, pois aqueles que dão frutos não serão extirpados da videira verdadeira JESUS.
Deus vos abençoe
Airton Mendes da Hora
Comunidade ORKUT PARA CRISTO
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Bancários fazem greve de 24 horas nesta Sexta em SP
27/09/2007 - 20h51
Bancários fazem greve de 24 horas nesta sexta em SP
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da Folha Online
Os bancários de São Paulo, Osasco e região rejeitaram em assembléia, realizada nesta quinta-feira, reajuste salarial de 4,82% proposto pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e decidiram parar por 24 horas nesta sexta-feira. Outros Estados também ficaram de realizar assembléia nesta quinta, mas os resultados consolidados apenas devem ser divulgados amanhã.
"Os bancários não abrem mão do aumento real de salário e da valorização dos pisos, da participação nos lucros, da cesta-alimentação e do auxílio-refeição. A responsabilidade desta paralisação é dos bancos, que não apresentaram uma proposta que contemplasse as reivindicações a categoria", afirmou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Ainda amanhã, os bancários se reúnem com os representantes dos bancos para tentar um novo acordo. O resultado será levado a nova assembléia, agendada para a próxima terça-feira (2). Nesse encontro, os bancários vão decidir se entram em greve por tempo indeterminado a partir da quarta (3).
Os bancários pedem reajuste salarial de 10,3% (que prevê aumento real de 5,5%), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de dois salários mais valor adicional de R$ 3.500, Piso salarial de R$ 1.628,24, plano de cargos em todos os bancos, pagamento de 14º salário, cesta-alimentação e auxílio-creche de R$ 380.
Os bancários querem também uma remuneração variável, ou seja regrar o pagamento e acabar com a cobrança de metas. Assim, segundo o sindicato, os bancários querem uma remuneração complementar de 10% do total das vendas de produtos feitas em cada unidade, distribuído de forma linear para todos, além de 5% da arrecadação com prestação de serviços distribuídos trimestralmente de forma linear a todos os bancários de cada instituição, inclusive aos afastados por licença-saúde.
A categoria reúne 420 mil bancários em todo o país, sendo 114 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Bancários fazem greve de 24 horas nesta sexta em SP
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da Folha Online
Os bancários de São Paulo, Osasco e região rejeitaram em assembléia, realizada nesta quinta-feira, reajuste salarial de 4,82% proposto pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e decidiram parar por 24 horas nesta sexta-feira. Outros Estados também ficaram de realizar assembléia nesta quinta, mas os resultados consolidados apenas devem ser divulgados amanhã.
"Os bancários não abrem mão do aumento real de salário e da valorização dos pisos, da participação nos lucros, da cesta-alimentação e do auxílio-refeição. A responsabilidade desta paralisação é dos bancos, que não apresentaram uma proposta que contemplasse as reivindicações a categoria", afirmou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Ainda amanhã, os bancários se reúnem com os representantes dos bancos para tentar um novo acordo. O resultado será levado a nova assembléia, agendada para a próxima terça-feira (2). Nesse encontro, os bancários vão decidir se entram em greve por tempo indeterminado a partir da quarta (3).
Os bancários pedem reajuste salarial de 10,3% (que prevê aumento real de 5,5%), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de dois salários mais valor adicional de R$ 3.500, Piso salarial de R$ 1.628,24, plano de cargos em todos os bancos, pagamento de 14º salário, cesta-alimentação e auxílio-creche de R$ 380.
Os bancários querem também uma remuneração variável, ou seja regrar o pagamento e acabar com a cobrança de metas. Assim, segundo o sindicato, os bancários querem uma remuneração complementar de 10% do total das vendas de produtos feitas em cada unidade, distribuído de forma linear para todos, além de 5% da arrecadação com prestação de serviços distribuídos trimestralmente de forma linear a todos os bancários de cada instituição, inclusive aos afastados por licença-saúde.
A categoria reúne 420 mil bancários em todo o país, sendo 114 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
As notícias de hoje, 27/09, são:
As notícias de hoje, 27/09, são:
Notícia - Bancos no Salão imobiliário SP:
- Dobra participação dos bancos no Salão de Imóveis
Notícias - Bancos:
- Concorrência facilita crédito imobiliário
- Bancos pequenos acirram competição
Notícias - Crédito Imobiliário:
- Aumentos também no crédito imobiliário
- O "boom" é pop
- Rede total traça perfil de compra da classe média
- Acordo fora da Justiça
Notícia - Setor de construção civil:
- Mercado aquecido
Notícias - EUA:
- Queda do preço dos imóveis pode afetar gastos com consumo
- Desvalorização de imovéis deve aumentar perdas nos EUA
Notícia - Bancos no Salão imobiliário SP:
Dobra participação dos bancos no Salão de Imóveis
São Paulo, 27 de Setembro de 2007 - Dez instituições usam evento para atrair clientes com prazos maiores e taxas especiais. A segunda edição do Salão de Imóveis de São Paulo (Sisp) começa hoje com 10 bancos oferecendo financiamento aos visitantes - no ano passado, apenas quatro participaram.
O aumento da oferta dá a medida do aumento da concorrência nesse segmento. O Santander decidiu estender o prazo para 30 anos. Hoje, somente a companhia hipotecária Brazilian Mortgages (BM) e a Caixa oferecem esse prazo. "A partir de hoje, o prazo vale para todos os produtos: linhas para reforma, construção e crédito pessoal com garantia em imóvel, a 1% ao mês", diz Vitor Bidetti, diretor da BM.
O Santander também foi o pioneiro entre os bancos privados a lançar financiamento com taxas prefixadas. "A modalidade já responde por 40% dos novos negócios", informa Mauro Costa, superintendente adjunto de crédito imobiliário do banco. O prazo de 30 anos estará disponível na rede de agências apenas após o dia 15. Segundo Costa, será possível sair do salão com a carta de crédito aprovada.
O Citi, que voltou ao crédito imobiliário em agosto do ano passado, decidiu adotar taxas menores e prazos maiores para aumentar sua participação no mercado até o final do ano. João Rigobello, gerente da área no banco, diz que a demanda vem surpreendendo o banco.
O Banco Nossa Caixa promete liberar cartas de crédito até a não-clientes, e isentar os negócios fechados durante o salão de taxas de custo operacional. O Banco Fibra estréia no mercado com o produto TotalCasa, em sete modalidades.
"Nossa expectativa é fechar mais negócios do que no ano passado", afirma Ademir Cassielo, diretor executivo da área no Bradesco, sem revelar números. "O momento é muito favorável". O banco coloca hoje no ar um site dedicado a negócios imobiliários.
O Banco Real dividirá um estande com a Lopes Consultoria. "A idéia é oferecer o melhor produto nas condições adequadas para cada cliente", diz o superintendente Antonio Barbosa.
O Itaú também estará lá com seu estande, oferecendo prazos de até 25 anos.
"Fizemos reduções de até 15% em todas as nossas linhas de financiamento", diz o diretor do Unibanco, Luiz Veloso. Segundo ele, os visitantes poderão ter seu crédito aprovado em até 30 minutos - inclusive fora do horário comercial. (Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Léa De Luca)
Notícias - Concorrência:
Concorrência facilita crédito imobiliário
Maria Christina Carvalho e Fernando Travaglini - VALOR ECONÔMICO
A disputa pela oferta de crédito imobiliário está acirrada. Até agosto, o volume de operações com recursos da poupança chegou a R$ 10,331 bilhões, crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Prova desse embate é a realização da segunda edição do Salão Imobiliário de São Paulo, com a oferta de mais de 30 mil imóveis e a participação de quase todos os bancos e instituições de crédito imobiliário. Por conta do evento, muitos bancos anunciaram medidas de ampliação do prazo ou redução das taxas.
O Citibank, por exemplo, oferece uma linha com juros iniciais de 7,95% ao ano. O banco, que retomou as atividades neste segmento em agosto do ano passado pretende entrar de "forma agressiva", diz o gerente de crédito imobiliário do banco americano, João Luiz Rigobello.
O Citibank já produziu o dobro das metas inicialmente traçadas. "Superou as expectativas", diz. Agora, o banco pretende começar a ofertar as linhas utilizando a financeira do grupo para atender classes mais baixas, a partir de R$ 60 mil. "Em todos os países em que atuamos, o crédito imobiliário é o principal negócio. Queremos crescer rápido".
O Bradesco também lança hoje um site exclusivo do segmento em parceria com incorporadoras, construtoras e imobiliárias para ofertas de imóveis novos e usados, com link direto para um simulador de financiamento do banco, diz o diretor-executivo do banco, Ademir Cossiello. O Santander também ampliou os prazos para 30 anos.
Bancos pequenos acirram competição
Maria Christina Carvalho e Fernando Travaglini - VALOR ECONÔMICO
Um novo modelo de crédito imobiliário está tomando forma no mercado brasileiro, desenhado pelos bancos pequenos e médios. Inspirado no sistema de distribuição que fez o crédito consignado disparar no país, o Bonsucesso vai oferecer crédito consignado em grandes lojas, onde os clientes serão atendidos por promotores; e também por meio de call center e correspondentes. A intenção é liberar os recursos em 15 a 20 dias.
A primeira loja do tipo ficará pronta em dois meses, em Belo Horizonte, e terá 450 m2 e 90 posições no call center, informou o presidente Paulo Henrique Pentagna Guimarães. Depois serão instaladas lojas do mesmo tipo também em outras capitais. "O grande salto do Bonsucesso virá do crédito imobiliário, negócio onde buscará seu crescimento", disse Guimarães, lembrando que enquanto essas operações representam 2% do PIB no Brasil; no Chile o percentual é de 17% e no México, de 15%. O presidente do Bonsucesso acredita que os negócios vão disparar quando os juros caírem a um dígito. Um bom impulso já houve com a criação do patrimônio de afetação e a alienação fiduciária dos imóveis.
O Banco Fibra acaba de entrar no crédito imobiliário adotando como canais de distribuição os corretores de imóveis e também os parceiros comerciais, que já trabalham como distribuidores de outros produtos da instituição.
O novo segmento do banco, chamado de TotalCasa, pretende atingir um público de renda mensal a partir de R$ 2 mil. Uma das novidades é o financiamento de 100% do segundo imóvel, que incluído as despesas com decoração ou reforma pode chegar a 110%.
O grupo Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), que opera exclusivamente no setor imobiliário (financiamento de obras ou estruturação de operações de securitização), criou neste ano a empresa BM Sua Casa. A empresa atende em lojas (cinco até agora) em shoppings centers ou na rua, com horário ampliado, disse o diretor Vitor Bidetti. A empresa foi a primeira a oferecer linhas de até 30 anos, desde 22 de maio, prazo que agora foi estendido para todas as linhas.
Para bancar a operação de crédito imobiliário, esses bancos contam com o modelo da securitização. Guimarães acredita que, à medida que o Brasil aproxima-se do investment grade, fundos estrangeiros virão comprar ativos de crédito para aproveitar o diferencial de taxas. Mas afirma também estar aberto a parcerias com construtoras, que fariam os imóveis conforme o cliente desejasse.
A BFRE já lança mão da securitização de títulos com lastro nos recebíveis do crédito imobiliário. A estrutura é bastante similar ao modelo americano chamado de Real Estate. A diferença está na forma como o crédito é concedido. O imóvel é usado como garantia, mas utilizando a alienação fiduciária, não a hipoteca.
A BM oferece ainda a possibilidade de financiar o segundo imóvel usando o antigo como garantia (segunda hipoteca, nos Estados Unidos) e oferece empréstimos pessoais utilizando o imóvel como garantia (até 50% do valor do imóvel), também para 30 anos, com taxa de 1% ao mês. Esses empréstimos pessoais também são oferecidos pelo Panamericano. No prospecto preliminar de abertura de capital do banco esse modelo é descrito como "home equity loan", empréstimo destinado a pessoas físicas ou jurídicas, profissionais liberais e autônomos "sem exigência de comprovação do direcionamento dos recursos".
O imóvel alienado fiduciariamente reduz a exposição à inadimplência por ser garantia real, possibilitando que o banco cobre taxas mais baixas e prazos mais longos.
A opção de securitização mais utilizada é a emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Neste ano foram lançadas pouco mais de R$ 600 milhões em cotas. Entre janeiro e agosto de 2007, o volume de operações com recursos da poupança chegou a R$ 10,331 bilhões, com crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O alvo do Bonsucesso é o crédito imobiliário para tomadores com renda de R$ 2 mil a R$ 4 mil, em operações médias de R$ 100 mil. Os empréstimos imobiliários poderão responder por 10% da carteira de crédito do banco até o final deste ano e crescer para 40% dentro de dois anos, disse Guimarães. A carteira do Bonsucesso cresceu para R$ 1 bilhão em agosto passado. Ao final do ano passado, o banco tinha patrimônio de R$ 115,9 milhões, carteira de crédito de R$ 574,5 milhões e originou R$ 705 milhões em consignado. No final do primeiro semestre, o patrimônio era de R$ 298,3 milhões; a carteira de crédito atingiu R$ 821,5 milhões (incluindo R$ 292 milhões em cessões com coobrigação), sendo R$ 661 milhões em consignado o e restante em capital de giro e financiamentos.
Para lastrear as operações, captou recursos com fundos de investimento em direitos creditórios (FDIC) e, neste ano, engrossou a onda dos bancos médios interessados em abrir o capital e lançar ações (IPO, na sigla em inglês). Mas, a turbulência dos mercados atrasou o IPO e levou o banco a adiá-la. O Bonsucesso nasceu como uma financeira em 1992. Em 1998, tornou-se banco múltiplo.
Notícias - Crédito Imobiliário:
Aumentos também no crédito imobiliário
Os financiamentos imobiliários estão batendo recordes sucessivos este ano. Em agosto, o volume de novas operações contratadas pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera com recursos das cadernetas de poupança, atingiu R$ 1,8 bilhão. Foi um novo recorde mensal, tanto no valor como no número de unidades financiadas (18.428). Entre janeiro e agosto, o volume de operações chegou a R$ 10,33 bilhões, crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emprestados R$ 5,95 bilhões. O número de unidades financiadas no período somou 117.237, contra 113.873 no ano passado.
O vice-presidente da área de materiais, tecnologia e mio ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Eduardo Henrique Moreira, afirma que o aumento da demanda de produtos não prejudicou o andamento das obras. 'Há alguns atrasos de entrega, como é o caso do aço. Mas nada que prejudique os planejamentos', afirma.
O crescimento do mercado imobiliário tem sido sustentado principalmente pela oferta de crédito farto. Soma-se a isso o cenário de juros ainda em queda, a melhoria da renda, a expansão do emprego e as medidas de desoneração tributária para o setor. A Caixa Econômica Federal aumentou o prazo de financiamento e reduziu a taxa de juros e de administração dos contratos imobiliários para os contratos firmados a partir de setembro. O prazo de empréstimo de todos os contratos passou de 240 meses (20 anos) para 360 meses (30 anos). A taxa de juros caiu de acordo com a modalidade de financiamento. Nos contratos com a Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros anual caiu de 8,66% para 8,16%, queda de 5,77%. Esses contratos representam 86% do total dos financiamentos de imóveis da Caixa e são feitos para imóveis de até R$ 80 mil.
Com maior volume de recursos e crédito mais amplo, as vendas de unidades de imóveis deram um salto neste ano. Em Belo Horizonte, as vendas de apartamentos novos somaram 1.410 unidades no primeiro semestre deste ano. A alta é de 40,44% em relação ao mesmo período de 2006, quando foram comercializadas 1.004 unidades, segundo levantamento do Ipead-Ufmg. O resultado deste primeiro semestre é o melhor desde 2001, quando a pesquisa detectou a comercialização de 1.661 unidades.
A oferta de apartamentos na capital cresceu 34,09% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2006. De janeiro a junho de 2007 foram lançados 1.125 apartamentos novos. Assim como no desempenho das vendas, o lançamento de imóveis residenciais novos no primeiro semestre deste ano foi o melhor desde 2001.
Fonte: Jornal do Commércio - RJ
O "boom" é pop
Os apartamentos populares -leia-se, na faixa de R$ 70 mil a R$ 150 mil - são o grande enfoque das incorporadoras de Sampa que estão baixando na terrinha.
Devo, não nego. Pago em 30 anos
O motivo do alvoroço imobiliário entre a classe média? Alongamento do prazo de financiamento para até 30 anos e queda de juros para até 8%. Ou seja, pacatos cidadãos que nem sonhavam com a casa própria já podem realizar a façanha.
Fonte: A Gazeta - ES
Rede total traça perfil de compra da classe média
Na classe média 60% dos consumidores preferem imóveis pequenos e 40% querem melhorar o padrão. Maioria dos lançamentos não atende esta demanda.
O ditado "quem casa quer casa" é uma realidade no mercado imobiliário. Só para se ter uma idéia, de acordo com Maurício Galetti Martins, diretor da Rede Total de Imóveis de Campinas, no setor 4 em cada 10 compradores são jovens casais. Este público, comenta, está começando a vida e procura por apartamentos de dois dormitórios numa faixa de preço que varia de 80 até 160 mil reais, no máximo.
O executivo diz que os casais mais velhos que já não moram com os filhos costumam trocar seus imóveis por menores que têm a preferência de 6 em cada 10 consumidores da classe média, enquanto 40% querem melhorar o padrão de moradia. Nesta faixa etária, observa, os consumidores também são atraídos pelos bairros próximos ao centro por causa da facilidade de locomoção. Já os jovens casais preferem ficar por perto da família. Este o caso de duas vendas recentes em que os clientes usaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para financiar os imóveis, comenta. Além disso, um levantamento feito pela Rede Total demonstra que 50% dos compradores costumam comprar imóveis nos arredores de onde já vivem. O problema é que a maioria dos lançamentos em Campinas é de 3 e 4 dormitórios e se concentra nos bairros Chácara Primavera, Mansões Santo Antônio e Parque Prado. Por isso, é comum o consumidor ter como única opção a compra de um imóvel usado. Este foi um dos principais motivos para a formação da Rede Total de I
móveis. Como são 65 imobiliárias associadas temos um maior número de ofertas para atender às exigências do consumidor, ressalta. Para quem pretende vender, ele diz que pequenas reformas como pintura e troca de piso podem valorizar o bem em até 10%, saem por menos que o valor investido e prioriza a escolha entre as ofertas no mercado já que o consumidor não vai ter de gastar em reformas para ocupar o imóvel.
Saiba como reduzir o valor das prestações
Incentivo para trocar o pagamento de aluguel pela prestação da casa própria é o que não falta. Do aumento de prazo à queda de juros, tudo conspira a favor do financiamento que aumentou a venda em 40% este ano. Embora possa parecer atrativo pelo menor valor das prestações, o valor final do financiamento por 30 anos equivale de duas a três vezes o valor do imóvel.
A saída segundo Galetti Martins é fazer uma poupança e financiar o menor valor possível. Outra dica é a diferença de preço entre imóveis novos e usados. O valor dos imóveis com mais de 8 anos de uso chega a ser 30% menor que o de lançamentos, comenta. Para quem tem pouco dinheiro no bolso, nas cidades do entorno de Campinas o custo do imóvel é bem menor. Segundo o diretor da Correa Neto Imóveis, Jair Correa Barbosa Filho, em Arthur Nogueira o metro quadrado de lotes saem por 120 a 180 reais contra 300 a 400 reais em Campinas. Quando o assunto é terreno, a maioria das opções tem área mínima de 500 metros. A Correa Neto já lançou oito loteamentos com terrenos de 250 metros quadrados e a inadimplência foi bastante baixa. Ao contrário do que se pode imaginar, o consumidor de menor renda é um excelente pagador diz Correa Neto
Fonte: Portal Terra
Acordo fora da Justiça
Defensoria Pública negocia com a Caixa Econômica criação de câmara para tentar solucionar pendências nos financiamentos
Os quase quatro milhões de brasileiros que financiaram a aquisição da casa própria pela Caixa Econômica Federal (CEF) podem ser beneficiados por iniciativa da Defensoria Pública da União (DPU), que pretende criar uma Câmara de Conciliação Habitacional e aliviar o trabalho do Judiciário. Dados da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (ABMH) revelam que, atualmente, cerca de 500 mil contratos de financiamentos imobiliários com a CEF estão aguardando decisão da Justiça.
Segunda-feira, o defensor público-geral da União em exercício, Leonardo Lorea Mattar, entregou ao gerente nacional do Jurídico Contencioso da CEF, Jailton Zanon, a proposta que prevê a criação da câmara, que funcionaria como uma espécie de espaço onde a defensoria intermediaria acordos entre os mutuários e o bancos. A idéia é dar maior agilidade à solução de conflitos, diminuindo a necessidade de ações judiciais e desafogando o tão sobrecarregado judiciário brasileiro.
Problemas
Segundo a ABMH, 800 mil processos com algum litígio entre as partes estariam entupindo a Justiça brasileira. Somente referentes à Caixa, são pelo menos 500 mil. "São problemas de capitalização de juros, que o STF já decidiu que é ilegal e os bancos continuam fazendo, problemas de contratos mais antigos, com reajuste vinculados à remuneração profissional, e também relativos à cobrança de tarifas e taxas indevidas", explica o consultor jurídico da ABMH, Rodrigo Daniel.
O reajuste abusivo de prestações ou do saldo devedor do financiamento por parte das instituições financeiras é a grande causa das ações. Por um lado, mutuários que já pagaram o valor do imóvel e ainda estão com saldos devedores superiores a três vezes esse valor procuram desesperadamente a Justiça contra os excessos da dívida.
Por outro lado, uma vez que os mutuários deixam de pagar a prestação e ficam inadimplentes, é a vez de os bancos procurarem a Justiça para recuperar a posse do imóvel e cobrar o valor devido. De acordo com números do Banco Central, 20% dos seis milhões de mutuários no Brasil estão há mais de três meses sem pagar as prestações.
Com um mês de atraso, esse percentual sobe para 30%. Nos contratos mais antigos, se aproximam dos 50%. Isso sem contar a avalanche de recursos cada vez que a Justiça toma uma decisão. De acordo com o defensor Leonardo Mattar, os setores mais sobrecarregados da Justiça são os juizados federais especiais, criados justamente para serem uma alternativa rápida e simples à Justiça comum.
"Mas com o excesso de processos, eles acabam ficando tão lentos quanto as outras instâncias", comenta Mattar. Em alguns casos, os processos se arrastam por anos, e enquanto isso o mutuário é obrigado a continuar pagando as prestações abusivas ou ficar inadimplente e apostar, apenas, numa decisão favorável no futuro. "Nossa idéia é que a Câmara de Conciliação não vire mais uma etapa da guerra judicial, mas a única", diz o defensor, que espera, caso a CEF aceite a proposta, que 90% dos casos sejam resolvidos por acordos extrajudiciais.
Caixa decide não comentar
Procurada pelo Jornal de Brasília, a Caixa Econômica Federal informou, por intermédio de sua assessoria de Imprensa, que não comenta projetos ou propostas que ainda não foram concretizados.
Mas o defensor público-geral da União, Leonardo Lorea Mattar, está confiante na criação da Câmara. "Eles receberam muito bem a proposta. E nas audiências que realizamos a Caixa tem mostrado sensibilidade às demandas dos mutuários", aposta.
Presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Geraldo Tardin reagiu bem: "Nós recebemos a proposta de bom grado. Sempre incentivamos os mutuários que nos procuravam a tentar ppropor uma conciliação antes da ação judicial. A idéia é ótima".
No primeiro semestre de 2007, o saldo das operações de crédito imobiliário da Caixa foi de R$ 29 bilhões, 23% a mais do que o banco registrava no mesmo período de 2006. Até agosto, 283 mil novos financiamentos haviam sido realizados. A expectativa do banco é de que em 2007 somente em novas operações o volume emprestado alcance a cifra de R$ 9 bilhões.
Fonte: Jornal de Brasília - DF
Notícia - Setor da construção civil:
Mercado aquecido
O setor da construção civil de pequenas estruturas passa, este ano, por um dos seus melhores momentos históricos, com crédito cada vez mais acessível aos clientes finais e resposta firme dos empreendedores que, a cada dia, mais lançamentos oferecem ao mercado. Exemplo dessa pujança, que impacta os dois extremos do segmento -a oferta e a demanda aquecidas-, pode ser conferido concretamente a partir de amanhã, na capital paulista, com a abertura oficial do Salão Imobiliário São Paulo (SISP), no Parque Anhembi.
Promoção do Secovi-SP e da empresa especializada em feiras e eventos Alcantara Machado, o evento conta com a participação prevista de cerca de 150 empresas oferecendo produtos e serviços ligados ao setor, notadamente milhares de imóveis na cidade, no estado, no País e até no exterior.
Em paralelo, será realizado um seminário debatendo o tema do "Mercado Imobiliário como Alavanca do Desenvolvimento Econômico e Social da Nação". A iniciativa completa, feira e seminário, encerra-se no próximo domingo, dia 30.
Desfeitos, nos últimos tempos, vários obstáculos institucionais que impediam um maior crescimento do mercado imobiliário no Brasil, eis que, aceleradamente, esse segmento de negócios passa a ocupar novo patamar econômico. A cada semana novos empreendimentos imobiliários, residenciais, turísticos ou empresariais são anunciados, em todos os estados do País, contribuindo para aumentar a riqueza da nação, criando empregos e gerando renda a milhares de brasileiros.
Sexta-feira, dia 28, toma posse a nova diretoria do Secovi-SP, eleita para o biênio 2007/09. À sua frente, delineia-se o desafio de trabalhar pela maturidade do setor em meio à nova realidade econômica, como bem constata seu novo presidente, João Batista Crestana, que substitui no cargo ao empresário Romeu Chap Chap. Pela importância histórica do segmento na economia brasileira, agora realçada pelas novas oportunidades que se delineiam para o setor, fazemos votos de sucesso à nova administração e a todos os empreendedores da construção civil, de pequenas ou grandes estruturas, instalados no País.
Fonte: Jornal DCI
Notícias - EUA:
Queda do preço dos imóveis pode afetar gastos com consumo
A bolha no mercado imobiliário nos Estados Unidos ainda não foi totalmente desinflada e ainda pode trazer novos reflexos com a queda mais acentuada do preço dos imóveis, com impacto sobre os gastos com consumo dos norte-americanos, avalia a economista e professora da Fundação getúlio Vargas (FGV - SP), Eliana Cardoso.
Segundo ela, o preço dos imóveis, que estavam sobrevalorizados, ainda devem ter uma queda de até 20% com a correção dos preços dos ativos e os problemas no mercado subprime (de maior risco), o que poderia ter efeitos na economia real. Eliana ressalta que apesar de representar apenas 5% do PIB americano, o impacto do desaquecimento no setor imobiliário sobre o crédito e os gastos dos consumidores já têm apresentado reflexos na queda da venda de automóveis e bens de consumo duráveis. 'Os consumidores estavam se alavancando baseado no valor de seus imóveis e a medida que eles perdem valor eles podem frear seu consumo', afirma.
Outra preocupação é de que a restrição do crédito possa extravasar o mercado hipotecário e levar a contração de todo o sistema bancário.'Os bancos tiveram que emprestar a seus veículos que não fazem parte de seus balanços, o que consome seu patrimônio e restringe o crédito para o mercado', diz Eliana.
Para o ex-diretor de política monetária do Banco Central Alkimar Moura, o pior não passou e as perdas com a crise no setor imobiliário ainda não foram totalmente liquidadas nos balanços dos bancos. Segundo ele, as taxas de inadimplência ainda devem aumentar nos próximos 24 meses, o que pode impactar o mercado de crédito e os gastos com o consumo dos norte-americanos. 'Os riscos que estavam diversificados com os hedge funds podem retornar aos bancos, uma vez que as financiadoras imobiliárias vendem seus ativos para os grandes bancos atacadistas que podem ter problemas para securitizar os ativos hipotecários', afirma.
Moura ressalta que o problema pode se agravar uma vez que foram concedidos financiamentos hipotecários sem garantias para pessoas com alto de risco de crédito, e uma elavação da taxa de juros com a crise pode dificultar o pagamento dos empréstimos.
Paulo Tenani, chefe de Pesquisa para a América Latina do UBS Pactual Wealth Management, acredita que a probabilidade de uma crise sistêmica é muito pequena uma vez que o sistema financeiro está mais sólido e o risco se econtra bem distribuído.
Fonte: Gazeta Mercantil (Silvia Regina Rosa)
Desvalorização de imovéis deve aumentar perdas nos EUA
As perdas no mercado de crédito subprime nos Estados Unidos devem se intensificar, enquanto a desvalorização dos imóveis no país evita que aqueles com hipotecas de taxas de juros ajustáveis refinanciem suas dívidas em condições melhores. A informação é do jornal Financial Times.
Os preços dos imóveis nas 20 melhores cidades norte-americanas caíram 3,9% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2006 - a pior performance da década.
Além disso, dados do governo mostram que as vendas de imóveis no país caíram 4,3% em agosto.
Os analistas acreditam que os preços vão cair ainda mais, e prevêem que tal queda poderia devastar os compradores com hipotecas subprime.
Grande parte dessas pessoas tomou empréstimos com taxas de juros ajustáveis, acreditando que a alta no preço dos imóveis iria aumentar a chamada home equity, permitindo que eles refinanciassem suas dívidas antes que os juros aumentassem. O home equity é a diferença entre o valor do imóvel e o que ainda deve ser pago da hipoteca.
Entretanto, a desvalorização dos imóveis poderia deixar algumas dessas pessoas com o home equity negativo, tornando menor a possibilidade de que elas façam novos empréstimos.
Fonte: Estadão
Notícia - Bancos no Salão imobiliário SP:
- Dobra participação dos bancos no Salão de Imóveis
Notícias - Bancos:
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Notícias - Crédito Imobiliário:
- Aumentos também no crédito imobiliário
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- Acordo fora da Justiça
Notícia - Setor de construção civil:
- Mercado aquecido
Notícias - EUA:
- Queda do preço dos imóveis pode afetar gastos com consumo
- Desvalorização de imovéis deve aumentar perdas nos EUA
Notícia - Bancos no Salão imobiliário SP:
Dobra participação dos bancos no Salão de Imóveis
São Paulo, 27 de Setembro de 2007 - Dez instituições usam evento para atrair clientes com prazos maiores e taxas especiais. A segunda edição do Salão de Imóveis de São Paulo (Sisp) começa hoje com 10 bancos oferecendo financiamento aos visitantes - no ano passado, apenas quatro participaram.
O aumento da oferta dá a medida do aumento da concorrência nesse segmento. O Santander decidiu estender o prazo para 30 anos. Hoje, somente a companhia hipotecária Brazilian Mortgages (BM) e a Caixa oferecem esse prazo. "A partir de hoje, o prazo vale para todos os produtos: linhas para reforma, construção e crédito pessoal com garantia em imóvel, a 1% ao mês", diz Vitor Bidetti, diretor da BM.
O Santander também foi o pioneiro entre os bancos privados a lançar financiamento com taxas prefixadas. "A modalidade já responde por 40% dos novos negócios", informa Mauro Costa, superintendente adjunto de crédito imobiliário do banco. O prazo de 30 anos estará disponível na rede de agências apenas após o dia 15. Segundo Costa, será possível sair do salão com a carta de crédito aprovada.
O Citi, que voltou ao crédito imobiliário em agosto do ano passado, decidiu adotar taxas menores e prazos maiores para aumentar sua participação no mercado até o final do ano. João Rigobello, gerente da área no banco, diz que a demanda vem surpreendendo o banco.
O Banco Nossa Caixa promete liberar cartas de crédito até a não-clientes, e isentar os negócios fechados durante o salão de taxas de custo operacional. O Banco Fibra estréia no mercado com o produto TotalCasa, em sete modalidades.
"Nossa expectativa é fechar mais negócios do que no ano passado", afirma Ademir Cassielo, diretor executivo da área no Bradesco, sem revelar números. "O momento é muito favorável". O banco coloca hoje no ar um site dedicado a negócios imobiliários.
O Banco Real dividirá um estande com a Lopes Consultoria. "A idéia é oferecer o melhor produto nas condições adequadas para cada cliente", diz o superintendente Antonio Barbosa.
O Itaú também estará lá com seu estande, oferecendo prazos de até 25 anos.
"Fizemos reduções de até 15% em todas as nossas linhas de financiamento", diz o diretor do Unibanco, Luiz Veloso. Segundo ele, os visitantes poderão ter seu crédito aprovado em até 30 minutos - inclusive fora do horário comercial. (Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Léa De Luca)
Notícias - Concorrência:
Concorrência facilita crédito imobiliário
Maria Christina Carvalho e Fernando Travaglini - VALOR ECONÔMICO
A disputa pela oferta de crédito imobiliário está acirrada. Até agosto, o volume de operações com recursos da poupança chegou a R$ 10,331 bilhões, crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Prova desse embate é a realização da segunda edição do Salão Imobiliário de São Paulo, com a oferta de mais de 30 mil imóveis e a participação de quase todos os bancos e instituições de crédito imobiliário. Por conta do evento, muitos bancos anunciaram medidas de ampliação do prazo ou redução das taxas.
O Citibank, por exemplo, oferece uma linha com juros iniciais de 7,95% ao ano. O banco, que retomou as atividades neste segmento em agosto do ano passado pretende entrar de "forma agressiva", diz o gerente de crédito imobiliário do banco americano, João Luiz Rigobello.
O Citibank já produziu o dobro das metas inicialmente traçadas. "Superou as expectativas", diz. Agora, o banco pretende começar a ofertar as linhas utilizando a financeira do grupo para atender classes mais baixas, a partir de R$ 60 mil. "Em todos os países em que atuamos, o crédito imobiliário é o principal negócio. Queremos crescer rápido".
O Bradesco também lança hoje um site exclusivo do segmento em parceria com incorporadoras, construtoras e imobiliárias para ofertas de imóveis novos e usados, com link direto para um simulador de financiamento do banco, diz o diretor-executivo do banco, Ademir Cossiello. O Santander também ampliou os prazos para 30 anos.
Bancos pequenos acirram competição
Maria Christina Carvalho e Fernando Travaglini - VALOR ECONÔMICO
Um novo modelo de crédito imobiliário está tomando forma no mercado brasileiro, desenhado pelos bancos pequenos e médios. Inspirado no sistema de distribuição que fez o crédito consignado disparar no país, o Bonsucesso vai oferecer crédito consignado em grandes lojas, onde os clientes serão atendidos por promotores; e também por meio de call center e correspondentes. A intenção é liberar os recursos em 15 a 20 dias.
A primeira loja do tipo ficará pronta em dois meses, em Belo Horizonte, e terá 450 m2 e 90 posições no call center, informou o presidente Paulo Henrique Pentagna Guimarães. Depois serão instaladas lojas do mesmo tipo também em outras capitais. "O grande salto do Bonsucesso virá do crédito imobiliário, negócio onde buscará seu crescimento", disse Guimarães, lembrando que enquanto essas operações representam 2% do PIB no Brasil; no Chile o percentual é de 17% e no México, de 15%. O presidente do Bonsucesso acredita que os negócios vão disparar quando os juros caírem a um dígito. Um bom impulso já houve com a criação do patrimônio de afetação e a alienação fiduciária dos imóveis.
O Banco Fibra acaba de entrar no crédito imobiliário adotando como canais de distribuição os corretores de imóveis e também os parceiros comerciais, que já trabalham como distribuidores de outros produtos da instituição.
O novo segmento do banco, chamado de TotalCasa, pretende atingir um público de renda mensal a partir de R$ 2 mil. Uma das novidades é o financiamento de 100% do segundo imóvel, que incluído as despesas com decoração ou reforma pode chegar a 110%.
O grupo Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), que opera exclusivamente no setor imobiliário (financiamento de obras ou estruturação de operações de securitização), criou neste ano a empresa BM Sua Casa. A empresa atende em lojas (cinco até agora) em shoppings centers ou na rua, com horário ampliado, disse o diretor Vitor Bidetti. A empresa foi a primeira a oferecer linhas de até 30 anos, desde 22 de maio, prazo que agora foi estendido para todas as linhas.
Para bancar a operação de crédito imobiliário, esses bancos contam com o modelo da securitização. Guimarães acredita que, à medida que o Brasil aproxima-se do investment grade, fundos estrangeiros virão comprar ativos de crédito para aproveitar o diferencial de taxas. Mas afirma também estar aberto a parcerias com construtoras, que fariam os imóveis conforme o cliente desejasse.
A BFRE já lança mão da securitização de títulos com lastro nos recebíveis do crédito imobiliário. A estrutura é bastante similar ao modelo americano chamado de Real Estate. A diferença está na forma como o crédito é concedido. O imóvel é usado como garantia, mas utilizando a alienação fiduciária, não a hipoteca.
A BM oferece ainda a possibilidade de financiar o segundo imóvel usando o antigo como garantia (segunda hipoteca, nos Estados Unidos) e oferece empréstimos pessoais utilizando o imóvel como garantia (até 50% do valor do imóvel), também para 30 anos, com taxa de 1% ao mês. Esses empréstimos pessoais também são oferecidos pelo Panamericano. No prospecto preliminar de abertura de capital do banco esse modelo é descrito como "home equity loan", empréstimo destinado a pessoas físicas ou jurídicas, profissionais liberais e autônomos "sem exigência de comprovação do direcionamento dos recursos".
O imóvel alienado fiduciariamente reduz a exposição à inadimplência por ser garantia real, possibilitando que o banco cobre taxas mais baixas e prazos mais longos.
A opção de securitização mais utilizada é a emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Neste ano foram lançadas pouco mais de R$ 600 milhões em cotas. Entre janeiro e agosto de 2007, o volume de operações com recursos da poupança chegou a R$ 10,331 bilhões, com crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O alvo do Bonsucesso é o crédito imobiliário para tomadores com renda de R$ 2 mil a R$ 4 mil, em operações médias de R$ 100 mil. Os empréstimos imobiliários poderão responder por 10% da carteira de crédito do banco até o final deste ano e crescer para 40% dentro de dois anos, disse Guimarães. A carteira do Bonsucesso cresceu para R$ 1 bilhão em agosto passado. Ao final do ano passado, o banco tinha patrimônio de R$ 115,9 milhões, carteira de crédito de R$ 574,5 milhões e originou R$ 705 milhões em consignado. No final do primeiro semestre, o patrimônio era de R$ 298,3 milhões; a carteira de crédito atingiu R$ 821,5 milhões (incluindo R$ 292 milhões em cessões com coobrigação), sendo R$ 661 milhões em consignado o e restante em capital de giro e financiamentos.
Para lastrear as operações, captou recursos com fundos de investimento em direitos creditórios (FDIC) e, neste ano, engrossou a onda dos bancos médios interessados em abrir o capital e lançar ações (IPO, na sigla em inglês). Mas, a turbulência dos mercados atrasou o IPO e levou o banco a adiá-la. O Bonsucesso nasceu como uma financeira em 1992. Em 1998, tornou-se banco múltiplo.
Notícias - Crédito Imobiliário:
Aumentos também no crédito imobiliário
Os financiamentos imobiliários estão batendo recordes sucessivos este ano. Em agosto, o volume de novas operações contratadas pelos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera com recursos das cadernetas de poupança, atingiu R$ 1,8 bilhão. Foi um novo recorde mensal, tanto no valor como no número de unidades financiadas (18.428). Entre janeiro e agosto, o volume de operações chegou a R$ 10,33 bilhões, crescimento de 73,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emprestados R$ 5,95 bilhões. O número de unidades financiadas no período somou 117.237, contra 113.873 no ano passado.
O vice-presidente da área de materiais, tecnologia e mio ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Eduardo Henrique Moreira, afirma que o aumento da demanda de produtos não prejudicou o andamento das obras. 'Há alguns atrasos de entrega, como é o caso do aço. Mas nada que prejudique os planejamentos', afirma.
O crescimento do mercado imobiliário tem sido sustentado principalmente pela oferta de crédito farto. Soma-se a isso o cenário de juros ainda em queda, a melhoria da renda, a expansão do emprego e as medidas de desoneração tributária para o setor. A Caixa Econômica Federal aumentou o prazo de financiamento e reduziu a taxa de juros e de administração dos contratos imobiliários para os contratos firmados a partir de setembro. O prazo de empréstimo de todos os contratos passou de 240 meses (20 anos) para 360 meses (30 anos). A taxa de juros caiu de acordo com a modalidade de financiamento. Nos contratos com a Carta de Crédito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros anual caiu de 8,66% para 8,16%, queda de 5,77%. Esses contratos representam 86% do total dos financiamentos de imóveis da Caixa e são feitos para imóveis de até R$ 80 mil.
Com maior volume de recursos e crédito mais amplo, as vendas de unidades de imóveis deram um salto neste ano. Em Belo Horizonte, as vendas de apartamentos novos somaram 1.410 unidades no primeiro semestre deste ano. A alta é de 40,44% em relação ao mesmo período de 2006, quando foram comercializadas 1.004 unidades, segundo levantamento do Ipead-Ufmg. O resultado deste primeiro semestre é o melhor desde 2001, quando a pesquisa detectou a comercialização de 1.661 unidades.
A oferta de apartamentos na capital cresceu 34,09% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período de 2006. De janeiro a junho de 2007 foram lançados 1.125 apartamentos novos. Assim como no desempenho das vendas, o lançamento de imóveis residenciais novos no primeiro semestre deste ano foi o melhor desde 2001.
Fonte: Jornal do Commércio - RJ
O "boom" é pop
Os apartamentos populares -leia-se, na faixa de R$ 70 mil a R$ 150 mil - são o grande enfoque das incorporadoras de Sampa que estão baixando na terrinha.
Devo, não nego. Pago em 30 anos
O motivo do alvoroço imobiliário entre a classe média? Alongamento do prazo de financiamento para até 30 anos e queda de juros para até 8%. Ou seja, pacatos cidadãos que nem sonhavam com a casa própria já podem realizar a façanha.
Fonte: A Gazeta - ES
Rede total traça perfil de compra da classe média
Na classe média 60% dos consumidores preferem imóveis pequenos e 40% querem melhorar o padrão. Maioria dos lançamentos não atende esta demanda.
O ditado "quem casa quer casa" é uma realidade no mercado imobiliário. Só para se ter uma idéia, de acordo com Maurício Galetti Martins, diretor da Rede Total de Imóveis de Campinas, no setor 4 em cada 10 compradores são jovens casais. Este público, comenta, está começando a vida e procura por apartamentos de dois dormitórios numa faixa de preço que varia de 80 até 160 mil reais, no máximo.
O executivo diz que os casais mais velhos que já não moram com os filhos costumam trocar seus imóveis por menores que têm a preferência de 6 em cada 10 consumidores da classe média, enquanto 40% querem melhorar o padrão de moradia. Nesta faixa etária, observa, os consumidores também são atraídos pelos bairros próximos ao centro por causa da facilidade de locomoção. Já os jovens casais preferem ficar por perto da família. Este o caso de duas vendas recentes em que os clientes usaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para financiar os imóveis, comenta. Além disso, um levantamento feito pela Rede Total demonstra que 50% dos compradores costumam comprar imóveis nos arredores de onde já vivem. O problema é que a maioria dos lançamentos em Campinas é de 3 e 4 dormitórios e se concentra nos bairros Chácara Primavera, Mansões Santo Antônio e Parque Prado. Por isso, é comum o consumidor ter como única opção a compra de um imóvel usado. Este foi um dos principais motivos para a formação da Rede Total de I
móveis. Como são 65 imobiliárias associadas temos um maior número de ofertas para atender às exigências do consumidor, ressalta. Para quem pretende vender, ele diz que pequenas reformas como pintura e troca de piso podem valorizar o bem em até 10%, saem por menos que o valor investido e prioriza a escolha entre as ofertas no mercado já que o consumidor não vai ter de gastar em reformas para ocupar o imóvel.
Saiba como reduzir o valor das prestações
Incentivo para trocar o pagamento de aluguel pela prestação da casa própria é o que não falta. Do aumento de prazo à queda de juros, tudo conspira a favor do financiamento que aumentou a venda em 40% este ano. Embora possa parecer atrativo pelo menor valor das prestações, o valor final do financiamento por 30 anos equivale de duas a três vezes o valor do imóvel.
A saída segundo Galetti Martins é fazer uma poupança e financiar o menor valor possível. Outra dica é a diferença de preço entre imóveis novos e usados. O valor dos imóveis com mais de 8 anos de uso chega a ser 30% menor que o de lançamentos, comenta. Para quem tem pouco dinheiro no bolso, nas cidades do entorno de Campinas o custo do imóvel é bem menor. Segundo o diretor da Correa Neto Imóveis, Jair Correa Barbosa Filho, em Arthur Nogueira o metro quadrado de lotes saem por 120 a 180 reais contra 300 a 400 reais em Campinas. Quando o assunto é terreno, a maioria das opções tem área mínima de 500 metros. A Correa Neto já lançou oito loteamentos com terrenos de 250 metros quadrados e a inadimplência foi bastante baixa. Ao contrário do que se pode imaginar, o consumidor de menor renda é um excelente pagador diz Correa Neto
Fonte: Portal Terra
Acordo fora da Justiça
Defensoria Pública negocia com a Caixa Econômica criação de câmara para tentar solucionar pendências nos financiamentos
Os quase quatro milhões de brasileiros que financiaram a aquisição da casa própria pela Caixa Econômica Federal (CEF) podem ser beneficiados por iniciativa da Defensoria Pública da União (DPU), que pretende criar uma Câmara de Conciliação Habitacional e aliviar o trabalho do Judiciário. Dados da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (ABMH) revelam que, atualmente, cerca de 500 mil contratos de financiamentos imobiliários com a CEF estão aguardando decisão da Justiça.
Segunda-feira, o defensor público-geral da União em exercício, Leonardo Lorea Mattar, entregou ao gerente nacional do Jurídico Contencioso da CEF, Jailton Zanon, a proposta que prevê a criação da câmara, que funcionaria como uma espécie de espaço onde a defensoria intermediaria acordos entre os mutuários e o bancos. A idéia é dar maior agilidade à solução de conflitos, diminuindo a necessidade de ações judiciais e desafogando o tão sobrecarregado judiciário brasileiro.
Problemas
Segundo a ABMH, 800 mil processos com algum litígio entre as partes estariam entupindo a Justiça brasileira. Somente referentes à Caixa, são pelo menos 500 mil. "São problemas de capitalização de juros, que o STF já decidiu que é ilegal e os bancos continuam fazendo, problemas de contratos mais antigos, com reajuste vinculados à remuneração profissional, e também relativos à cobrança de tarifas e taxas indevidas", explica o consultor jurídico da ABMH, Rodrigo Daniel.
O reajuste abusivo de prestações ou do saldo devedor do financiamento por parte das instituições financeiras é a grande causa das ações. Por um lado, mutuários que já pagaram o valor do imóvel e ainda estão com saldos devedores superiores a três vezes esse valor procuram desesperadamente a Justiça contra os excessos da dívida.
Por outro lado, uma vez que os mutuários deixam de pagar a prestação e ficam inadimplentes, é a vez de os bancos procurarem a Justiça para recuperar a posse do imóvel e cobrar o valor devido. De acordo com números do Banco Central, 20% dos seis milhões de mutuários no Brasil estão há mais de três meses sem pagar as prestações.
Com um mês de atraso, esse percentual sobe para 30%. Nos contratos mais antigos, se aproximam dos 50%. Isso sem contar a avalanche de recursos cada vez que a Justiça toma uma decisão. De acordo com o defensor Leonardo Mattar, os setores mais sobrecarregados da Justiça são os juizados federais especiais, criados justamente para serem uma alternativa rápida e simples à Justiça comum.
"Mas com o excesso de processos, eles acabam ficando tão lentos quanto as outras instâncias", comenta Mattar. Em alguns casos, os processos se arrastam por anos, e enquanto isso o mutuário é obrigado a continuar pagando as prestações abusivas ou ficar inadimplente e apostar, apenas, numa decisão favorável no futuro. "Nossa idéia é que a Câmara de Conciliação não vire mais uma etapa da guerra judicial, mas a única", diz o defensor, que espera, caso a CEF aceite a proposta, que 90% dos casos sejam resolvidos por acordos extrajudiciais.
Caixa decide não comentar
Procurada pelo Jornal de Brasília, a Caixa Econômica Federal informou, por intermédio de sua assessoria de Imprensa, que não comenta projetos ou propostas que ainda não foram concretizados.
Mas o defensor público-geral da União, Leonardo Lorea Mattar, está confiante na criação da Câmara. "Eles receberam muito bem a proposta. E nas audiências que realizamos a Caixa tem mostrado sensibilidade às demandas dos mutuários", aposta.
Presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Geraldo Tardin reagiu bem: "Nós recebemos a proposta de bom grado. Sempre incentivamos os mutuários que nos procuravam a tentar ppropor uma conciliação antes da ação judicial. A idéia é ótima".
No primeiro semestre de 2007, o saldo das operações de crédito imobiliário da Caixa foi de R$ 29 bilhões, 23% a mais do que o banco registrava no mesmo período de 2006. Até agosto, 283 mil novos financiamentos haviam sido realizados. A expectativa do banco é de que em 2007 somente em novas operações o volume emprestado alcance a cifra de R$ 9 bilhões.
Fonte: Jornal de Brasília - DF
Notícia - Setor da construção civil:
Mercado aquecido
O setor da construção civil de pequenas estruturas passa, este ano, por um dos seus melhores momentos históricos, com crédito cada vez mais acessível aos clientes finais e resposta firme dos empreendedores que, a cada dia, mais lançamentos oferecem ao mercado. Exemplo dessa pujança, que impacta os dois extremos do segmento -a oferta e a demanda aquecidas-, pode ser conferido concretamente a partir de amanhã, na capital paulista, com a abertura oficial do Salão Imobiliário São Paulo (SISP), no Parque Anhembi.
Promoção do Secovi-SP e da empresa especializada em feiras e eventos Alcantara Machado, o evento conta com a participação prevista de cerca de 150 empresas oferecendo produtos e serviços ligados ao setor, notadamente milhares de imóveis na cidade, no estado, no País e até no exterior.
Em paralelo, será realizado um seminário debatendo o tema do "Mercado Imobiliário como Alavanca do Desenvolvimento Econômico e Social da Nação". A iniciativa completa, feira e seminário, encerra-se no próximo domingo, dia 30.
Desfeitos, nos últimos tempos, vários obstáculos institucionais que impediam um maior crescimento do mercado imobiliário no Brasil, eis que, aceleradamente, esse segmento de negócios passa a ocupar novo patamar econômico. A cada semana novos empreendimentos imobiliários, residenciais, turísticos ou empresariais são anunciados, em todos os estados do País, contribuindo para aumentar a riqueza da nação, criando empregos e gerando renda a milhares de brasileiros.
Sexta-feira, dia 28, toma posse a nova diretoria do Secovi-SP, eleita para o biênio 2007/09. À sua frente, delineia-se o desafio de trabalhar pela maturidade do setor em meio à nova realidade econômica, como bem constata seu novo presidente, João Batista Crestana, que substitui no cargo ao empresário Romeu Chap Chap. Pela importância histórica do segmento na economia brasileira, agora realçada pelas novas oportunidades que se delineiam para o setor, fazemos votos de sucesso à nova administração e a todos os empreendedores da construção civil, de pequenas ou grandes estruturas, instalados no País.
Fonte: Jornal DCI
Notícias - EUA:
Queda do preço dos imóveis pode afetar gastos com consumo
A bolha no mercado imobiliário nos Estados Unidos ainda não foi totalmente desinflada e ainda pode trazer novos reflexos com a queda mais acentuada do preço dos imóveis, com impacto sobre os gastos com consumo dos norte-americanos, avalia a economista e professora da Fundação getúlio Vargas (FGV - SP), Eliana Cardoso.
Segundo ela, o preço dos imóveis, que estavam sobrevalorizados, ainda devem ter uma queda de até 20% com a correção dos preços dos ativos e os problemas no mercado subprime (de maior risco), o que poderia ter efeitos na economia real. Eliana ressalta que apesar de representar apenas 5% do PIB americano, o impacto do desaquecimento no setor imobiliário sobre o crédito e os gastos dos consumidores já têm apresentado reflexos na queda da venda de automóveis e bens de consumo duráveis. 'Os consumidores estavam se alavancando baseado no valor de seus imóveis e a medida que eles perdem valor eles podem frear seu consumo', afirma.
Outra preocupação é de que a restrição do crédito possa extravasar o mercado hipotecário e levar a contração de todo o sistema bancário.'Os bancos tiveram que emprestar a seus veículos que não fazem parte de seus balanços, o que consome seu patrimônio e restringe o crédito para o mercado', diz Eliana.
Para o ex-diretor de política monetária do Banco Central Alkimar Moura, o pior não passou e as perdas com a crise no setor imobiliário ainda não foram totalmente liquidadas nos balanços dos bancos. Segundo ele, as taxas de inadimplência ainda devem aumentar nos próximos 24 meses, o que pode impactar o mercado de crédito e os gastos com o consumo dos norte-americanos. 'Os riscos que estavam diversificados com os hedge funds podem retornar aos bancos, uma vez que as financiadoras imobiliárias vendem seus ativos para os grandes bancos atacadistas que podem ter problemas para securitizar os ativos hipotecários', afirma.
Moura ressalta que o problema pode se agravar uma vez que foram concedidos financiamentos hipotecários sem garantias para pessoas com alto de risco de crédito, e uma elavação da taxa de juros com a crise pode dificultar o pagamento dos empréstimos.
Paulo Tenani, chefe de Pesquisa para a América Latina do UBS Pactual Wealth Management, acredita que a probabilidade de uma crise sistêmica é muito pequena uma vez que o sistema financeiro está mais sólido e o risco se econtra bem distribuído.
Fonte: Gazeta Mercantil (Silvia Regina Rosa)
Desvalorização de imovéis deve aumentar perdas nos EUA
As perdas no mercado de crédito subprime nos Estados Unidos devem se intensificar, enquanto a desvalorização dos imóveis no país evita que aqueles com hipotecas de taxas de juros ajustáveis refinanciem suas dívidas em condições melhores. A informação é do jornal Financial Times.
Os preços dos imóveis nas 20 melhores cidades norte-americanas caíram 3,9% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2006 - a pior performance da década.
Além disso, dados do governo mostram que as vendas de imóveis no país caíram 4,3% em agosto.
Os analistas acreditam que os preços vão cair ainda mais, e prevêem que tal queda poderia devastar os compradores com hipotecas subprime.
Grande parte dessas pessoas tomou empréstimos com taxas de juros ajustáveis, acreditando que a alta no preço dos imóveis iria aumentar a chamada home equity, permitindo que eles refinanciassem suas dívidas antes que os juros aumentassem. O home equity é a diferença entre o valor do imóvel e o que ainda deve ser pago da hipoteca.
Entretanto, a desvalorização dos imóveis poderia deixar algumas dessas pessoas com o home equity negativo, tornando menor a possibilidade de que elas façam novos empréstimos.
Fonte: Estadão
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
As notícias de hoje, 26/09, são:
As notícias de hoje, 26/09, são:
Notícias - Santander
Financiamento 30 Anos
Notícias - Salão Imobiliário SP:
- Qual imóvel você busca...
- ...e como encontrar a tal casa própria
Notícias - Bancos:
- Longo Prazo
- Banco Real lança linha de financiamento de imóveis com prazo de 25 anos
Notícia - FGTS:
- Crédito mais barato em 2008
Notícia - Financiamento para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias:
- Casas em até 239 prestações em Duque de Caxias
Notícias - Crédito Imobiliário:
- Menores juros cobrados de clientes desde 1994
- Banco vê espaço para alta no crédito habitacional e leasing
Notícia Santander:
- Santander amplia prazo do crédito imobiliário a 30 anos
SÃO PAULO (Reuters) - O banco Santander anunciou nesta quarta-feira a ampliação do prazo máximo para financiamento imobiliário de 20 para 30 anos, o mais longo oferecido pelos bancos privados brasileiros e igual apenas ao da estatal Caixa Econômica Federal (CEF).
Essa nova condição estará disponível a partir de 15 de outubro, com financiamento de até 80 por cento de imóvel a partir de 40 mil reais, informou o banco.
"Essas inovações fazem parte da atuação mundial do Santander. Lideramos o mercado de financiamento de imóveis na Espanha e no Chile, entre outros países", disse em nota a vice-presidente de Crédito Imobiliário do banco, Ana Isabel Perez.
A título de comparação, o Bradesco elevou em julho o prazo de financiamento de imóveis de 20 para 25 anos.
Após a recuperação do setor nos últimos anos, o crédito imobiliário saiu de cerca de 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) para mais de 5 por cento, de acordo com os especialistas do setor, que ainda vêem forte possibilidade de expansão desse mercado.
Segundo o superintendente de crédito imobiliário do Santander, Mauro Adriano, os prazos mais dilatados devem ajudar o banco na concessão de cerca de 3 bilhões de reais em financiamentos do tipo neste ano, número praticamente dobrado em relação a 2006. Para 2008, a expectativa é de crescimento de "pelo menos" 30 por cento nesse mercado, disse o executivo.
"Nós apostamos que todas as medidas que estão sendo tomadas pelo mercado e pelo governo vão impulsionar esse mercado nos próximos anos", afirmou ele, referindo-se às medidas para uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no crédito e do pacote de desoneração do setor imobiliário.
(Por Maurício Savarese)
Notícias - Salão Imobiliário SP:
Qual imóvel você busca...
Considerada a maior vitrine do mercado de imóveis da América Latina, o 2º Salão Imobiliário São Paulo (Sisp), que vai de quinta à domingo no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Zona Norte da Capital, está na mira da classe média. Pesquisa realizada por meio do site do Sisp com 15 mil pessoas já cadastradas para o evento aponta que 28% dos visitantes procuram por imóveis na faixa entre R$ 60 mil e R$ 120 mil.
“O foco do Salão deste ano está nos imóveis entre R$ 60 mil e R$ 360 mil e diante da pesquisa a tendência é que na próxima edição do Salão o número de unidades oferecidas na faixa dos R$ 60 mil a R$ 120 mil aumente”, afirma Mauro Pincherle, membro da vice-presidência, vendas e marketing do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), um dos organizadores do evento junto com a Alcântara Machado e a Reed Exhibitions.
Este ano, serão mais de 30 mil ofertas de imóveis comerciais e residenciais, entre casas, apartamentos novos e usados e terrenos em todas as regiões da Capital e Grande São Paulo, Litoral, Interior, em outros Estados e até fora do País. A organização do evento divulga que os valores das unidades serão a partir de R$ 60 mil, mas há construtores prometendo imóveis a partir de R$ 45 mil.
Apesar de o Sisp apresentar ofertas que atendam a todos gostos e bolsos, o grosso das unidades à venda no salão está concentrado na faixa de valor entre R$ 120 mil a R$ 360 mil, segundo Pincherle. Nesta faixa de preço, 13% do público já cadastrado busca por imóveis entre R$ 120 mil e R$ 160 mil 18% entre R$ 160 mil e R$ 220 mil e, 16%, de R$ 220 mil a R$ 360 mil. Outros 14% disseram que estão atrás de unidades abaixo dos R$ 60 mil.
A queda das taxas de juros e o aumento das ofertas de crédito e dos prazos de financiamento são os principais incentivos às pessoas que ganham entre 4 e 5 salários mínimos para correr atrás da casa própria. Com essas facilidades, as construtoras estão se voltando cada vez mais para este perfil de comprador. “Como o mercado de classe média-alta já está bastante suprido, a tendência é que o mercado se concentre nessas camadas no futuro”, afirma o vice-presidente do Secovi-SP, João Crestana.
Outro item interessante da pesquisa indica justamente qual a forma de pagamento que o público pretende utilizar. A maior parte dos entrevistados, 63%, diz que optaria pelo financiamento bancário. As outras opções seriam consórcio (17%), seguido pela compra com os próprios recursos (14%) e o financiamento direto com a construtora (6%).
Quanto à localidade, a preferência continua sendo pelo Zona Sul da Capital (20%), enquanto o Centro registra apenas 6%. A tendência para o próximo ano é que a procura, tanto na região central como na Zona Leste (hoje em 9%), aumente (leia mais na página 15). Veja na edição de quinta-feira o caderno especial do Salão Imobiliário.
Salão imobiliário de São Paulo
Onde
Pavilhão de Exposições do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1.209 (Zona Norte)
Quando
De quinta à sexta das 12h às 21h e de sábado a domingo das 10h às 21h
Quanto
De graça com credenciamento antecipado no site e R$ 10 ingresso familiar no local.
O estacionamento custa R$ 20
Ofertas
Mais de 30 mil imóveis entre R$ 45 mil e R$ 4,7 milhões
Vantagens
Mais de 200 empresas entre construtoras, imobiliárias, bancos e cartórios no mesmo local
Fonte: Jornal da Tarde
...e como encontrar a tal casa própria
Os consumidores que pretendem aproveitar o Salão Imobiliário São Paulo, que começa nesta quinta-feira, para comprar a casa própria devem ficar atentos: é aconselhável conhecer muito bem o imóvel antes de fechar o negócio para não ter dores de cabeça depois. O ideal é agendar pelo menos uma visita ao local para verificar a conservação do bem - se possível com a ajuda de algum especialista.
Foi justamente isso que não fez a costureira Maria da Paz Silva, 57 anos, quando ela adquiriu um apartamento na Zona Leste da Capital, no ano passado. O imóvel estava sendo oferecido por uma imobiliária da região, por R$ 42 mil - considerado baixo para os padrões do bairro. Entre visitar o local e assinar o contrato de compra e venda ela gastou apenas seis dias. O resultado para Maria foi desastroso.
Pouco depois de se mudar para seu novo endereço, ela notou que havia algo errado com os canos do banheiro. “Meu marido percebeu que vazava água do vaso sanitário quando acionava a descarga. Vimos que tinha uma grande infiltração na parede”, contou. “O encanamento tinha estourado e tivemos que trocar. Como se não bastasse o gasto, fomos obrigados a quebrar a parede do banheiro para colocar os canos novos”, lamentou.
Antes de assinar
Para não enfrentar esse tipo de problema, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) recomenda que os futuros compradores fiquem atentos às condições estruturais do bem com bastante cuidado antes de fechar negócio - se houver qualquer problema, deve-se levar um especialista, como pedreiro ou eletricista, para fazer um orçamento. Se o custo for alto demais, pode ser melhor desistir desse imóvel e procurar por outro.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta as pessoas a visitar o local em mais de um horário, para ter certeza de que o imóvel é bem iluminado e arejado. Fatores externos à casa ou apartamento, como conservação do quintal ou do próprio prédio, também devem ser levados em consideração pelo comprador na hora de pesar os pontos positivos e negativos na transação.
Outro fator determinante para o interessado em comprar a casa própria é certificar-se de que não existam dívidas pendentes, como prestações de financiamento em atraso, débitos condominiais ou de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
Infra-estrutura
A gerente de locação e vendas da imobiliária Lello, Roseli Hernandes, diz que também é essencial vasculhar o bairro em busca da infra-estrutura oferecida, como proximidade de estações de trem ou metrô, além de pontos de ônibus. Também é recomendável verificar se há estabelecimentos comerciais próximos ao imóvel, como padarias, farmácias e shoppings.
O que olhar no imóvel
Encanamento
Abra torneiras e registros da cozinha e banheiros, além de acionar as descargas
Fiação
Tenha certeza de que as instalações elétricas do imóvel e o quadro de luz estão bons
Conforto
Visite o imóvel em dias e horários diferentes para saber se os cômodos são arejados e
ventilados
Teto e acabamento
Verifique o estado de conservação do teto, telhado, paredes e pisos, procurando por possíveis rachaduras, infiltrações e bolor
Documentação
Certifique-se que a documentação está em ordem (no nome do atual proprietário)
Dívidas
Veja também se não há débitos antigos, como de IPTU
Fonte: Jornal da Tarde
Notícias - Concorrência:
Longo Prazo
A BM Sua Casa, especializada em soluções de crédito imobiliário para a classe média, estendeu o financiamento de 30 anos aplicado na aquisição da casa própria, para toda a sua linha de produtos.
Mi Casa, Su Casa
A Itaplan Imóveis, imobiliária especializada em imóveis para média e baixa renda, aumentará sua atuação por meio de parcerias com pequenas imobiliárias de atuação local. Com isso, as imobiliárias poderão usar facilidades da Itaplan, como os sistemas de financiamento gerados por parcerias com a Caixa, BM Sua Casa e Santander. Segundo Fábio Rossi Filho, diretor da Itaplan, a expectativa é comercializar R$ 1,8 bilhão em 2008, R$ 2 bilhões em 2009 e passar os R$ 2,1 bilhões em 2010. Até dezembro, espera movimentar R$ 1 bilhão em vendas.
Fonte: Folha de São Paulo
Banco Real lança linha de financiamento de imóveis com prazo de 25 anos
A exemplo de outras instituições financeiras, o Banco Real lançou uma nova linha de financiamento imobiliário que poderá ser pago em 25 anos.
O prazo poderá ser utilizado para imóveis de até R$ 120 mil, sejam eles novos ou usados. Para essa modalidade, a taxa de juros será de 8% anuais, acrescida de Taxa Referencial, nos primeiros quatro anos, e de 11,5% a.a. mais TR, nos 21 anos restantes.
Para outros prazos e valores, as taxas praticadas serão mantidas, ou seja, 11,5% para imóveis até R$ 350 mil e 12,5% para imóveis acima de R$ 350 mil, conforme informou a assessoria de imprensa do Banco Real.
Outras instituições
No início de julho, o Bradesco ampliou de 20 para 25 anos o prazo de seu financiamento imobiliário da casa própria. A linha também pode ser usada em imóveis novos e usados.
Ao contrário do Banco Real, no Bradesco o prazo de 25 anos pode ser usado para financiamento de imóveis enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SNH), ou seja, avaliados em até R$ 350 mil e, na Carteira Hipotecária, com valor superior a R$ 350 mil.
A linha de crédito do banco pratica juros de 12,5% ao ano (SFH) ou 11,5% ao ano mais variação da Taxa Referencial, sendo que o comprador pode financiar 80% do valor de venda, desde que não comprometa mais de 30% de sua renda líquida.
Bancos ou construtoras ?
De acordo José Dutra Vieira Sobrinho, especialista em matemática financeira, financiar pelo banco pode ser melhor do que nas construtoras. "Não só os juros das instituições financeiras são menores, mas a expectativa é que nos próximos anos seu indexador seja a metade do que o utilizado pelas incorporadoras", explicou.
Vieira explica que, enquanto bancos utilizam a Taxa Referencial (TR), que tem uma variação média anual de 2%, como atualizador monetário, as construtoras aderem ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que, nos últimos 12 meses, está acumulado em 4,4%.
Quanto aos juros, o máximo que as instituições financeiras aplicam é cerca de 12% ao ano em parcelas variáveis, ao passo que incorporadoras cobram 1% ao mês - o que, em um ano, fica em 12,68%.
Fonte: InfoMoney
Notícia - FGTS:
Crédito mais barato em 2008
Os bancos privados, que hoje operam crédito imobiliário apenas com recursos da caderneta de poupança, vão começar a oferecer linhas de financiamento com verbas do FGTS. Os juros, nesse caso, são menores porque os custos de captação são mais baratos (veja quadro). Ou seja, a partir do ano que vem, os interessados em comprar a casa própria terão opções mais em conta também nas instituições particulares e não somente na Caixa Econômica Federal.
Segundo o superintendente técnico da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) José Pereira Gonçalves, alguns bancos já estão procurando a Caixa e o Conselho Curador do FGTS para viabilizar o novo formato de crédito.
As instituições começam a se interessar por estarem se voltando para as camadas de menor renda explicou.O diretor de crédito imobiliário da Federação Brasileira dos Bancos, Osmar Roncolato, confirmou que os bancos estão atentos às mudanças do mercado. De acordo com ele, o fato de os coristas do FGTS terem desconto de meio ponto percentual no crédito imobiliário a partir de 2008 estáatraindo os bancos privados para as linhas mais populares.
Roncolato adverte, no entanto, que isso ocorrerá apenas se os bancos conseguirem manter a aplicação mínima de 65% dos depósitos da poupança em empréstimos habitacionais, uma exigência do Banco Central. Se estiverem com dificuldades de atingir o percentual, não vão se interessar em operar com FGTS, que não conta para essa exigibilidade.
Fonte: O Extra
Notícia - Financiamento para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias:
Casas em até 239 prestações em Duque de Caxias
O programa Crédito Solidário, uma parceria entre o Ministério das Cidades, a ONG Rio Solidário (Obra Social do Rio de Janeiro) e a Prefeitura de Duque de Caxias, vai abrir, na próxima quinta-feira, as inscrições para o financiamento da casa própria para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias. Esse é o primeiro empreendimento do programa no Estado do Rio e vai contar com financiamento de 100% da Caixa Econômica Federal.
Serão construídos dois condomínios, batizados de Sardenha e Córsega, com 395 casas ao todo. Serão construídos no bairro de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias. Cada unidade terá 40 metros quadrados, custando R$ 30 mil. As inscrições poderão ser feitas até o dia 2 de outubro. “Cuidaremos do processo de inscrições e, em seguida, faremos a tomada de preços para o início das obras”, disse a diretora de projetos da ONG Rio Solidário, Maria Cristina Costa.
O programa é voltado para servidores que recebem de um e a três salários mínimos (R$ 380 a R$ 1.140). O financiamento poderá ser quitado em até 239 vezes, com prestações a partir de R$ 146. Para os servidores municipais de Duque de Caxias, haverá a opção de descontar as prestações na folha de pagamento. “Esse programa é uma maneira de reduzir o déficit habitacional no nosso estado”, afirmou Maria Cristina Costa.
O projeto vai beneficiar, entre outras classes de servidores, policiais militares, bombeiros e professores, que terão acesso ao financiamento pela Caixa Econômica Federal sem juros, mediante aprovação prévia de crédito. Os interessados em participar do programa devem apresentar carteira de identidade, CPF e contracheque no posto de inscrição da Prefeitura de Duque de Caxias, na Praça Roberto Silveira 31, térreo. O atendimento aos servidores será feito das 10h às 17h.
Os condomínios terão opções de lazer: quadra poliesportiva e churrasqueiras, além de quiosques, estacionamento e guaritas para segurança. Também está sendo avaliada a construção de uma creche na área externa dos conjuntos residenciais. A obra da unidade de educação infantil ficaria por conta da Prefeitura de Caxias.
Fonte: O Dia
Notícias - Crédito Imobiliário:
Menores juros cobrados de clientes desde 1994
A taxa de juros para pessoa física atingiu o menor patamar desde julho de 1994 puxando o custo médio dos empréstimos para baixo (35,7%). De julho para agosto, o juro para pessoa física cedeu de 47% para 46,6% ao ano. A novidade é que a taxa caiu justamente porque as instituições financeiras não repassaram, pelo menos integralmente, o aumento dos custos de captação provocado pelas turbulências no mercado internacional. Por outro lado, a taxa cobrada no cheque especial registrou uma ligeira alta em agosto, passando de 139,2% em julho para139,5% ao ano — desde maio esse modalidade só apresentava baixa.
Na avaliação do chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC), Altamir Lopes, a melhora da taxa média de empréstimos está vinculada a troca de modalidades mais caras por mais baratas, como o crédito consignado. Além disso, os bancos avaliaram que a crise nos mercados internacionais não iria durar. Para o economista da consultoria Tendências, Dênis Blum, os bancos ficaram com medo de aumentar os juros e perder clientela em modalidades como leasing e financiamentos imobiliários. Em 12 meses, o leasing para pessoa física cresceu 79,8%. Já o crédito para casa própria subiu 73,9% no mesmo período.
O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel), Rafael, Cardoso, explica que o crescimento econômico sustentável, recuperação da renda e alongamento dos prazos fizeram com que os brasileiros ficassem mais confiantes na economia e optassem pelo leasing para comprar veículos. “A concorrência entre as empresas do setor é muito alta, o que faz os custos caírem para o consumidor”, ressalta Cardoso. Tanto esse segmento como o do crédito imobiliário estão sendo as apostas das instituições financeiras. Isso porque, no caso do leasing, o estoque de empréstimos concedidos ainda é muito baixo (R$ 21,784 bilhões) se comparado com outras modalidades. O mesmo acontece com os financiamentos imobiliários, que representam apenas 1,6% do PIB. Em países desenvolvidos, esse valor está acima dos 40%. “Ainda existe muito espaço para crescer nessas linhas”, comenta Lopes.
O juro menor, associado a perspectiva de crescimento econômico, tem se refletido diretamente no aumento do volume de operações de crédito dos bancos no país. Em agosto, a relação crédito/PIB (Produto Interno Bruto) foi de 33,1%, o maior número desde janeiro de 2005, quando a relação foi de 36,8%. A perspectiva é de que o boom do crédito continue puxado, principalmente, pelo crédito consignado que ainda está engatinhando para os trabalhadores da iniciativa privada. O volume de empréstimos consignados totaliza R$ 59,829 bilhões — sendo R$ 52,151 bilhões para os servidores públicos e R$ 7,678 bilhões para trabalhadores de empresas privadas — um aumento de 2,1% em relação a agosto e de 27,5% no ano.
Inversão de cenário
Nos seis primeiros dias úteis de setembro, no entanto, o movimento de queda de juros está se invertendo. A taxa para pessoa física subiu 0,4 ponto percentual para 47% no início deste mês. Lopes disse que os brasileiros se endividaram mais com o cheque especial, no início de setembro, com isso, a média das taxas de juros acaba subindo. “Esse é um movimento meramente estatístico”, afirma Lopes, acrescentando que seis dias não são suficientes para definir a tendência do mês.
Fonte: Correio Braziliense (Edna Simão)
Banco vê espaço para alta no crédito habitacional e leasing
Com crescimento de mais de 20% nos últimos 12 meses, o volume de crédito disponível no Brasil tem subido baseado no financiamento ao consumo. Os R$ 841,507 bilhões de crédito total disponível em agosto representam 33,1% do PIB (Produto Interno Bruto) e o Banco Central espera que essa participação suba. “Nosso crédito cresce para financiar o consumo. Com a dilação dos prazos, o que se espera é que o volume de crédito continue a crescer”, afirmou Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC.
A maior participação já registrada foi em janeiro de 1995, quando o volume de crédito total do sistema financeiro nacional chegou a 36,8% do PIB. Em valores nominais, as operações de crédito cresceram 2,9% em agosto na comparação com o mês anterior e 24,8% nos últimos 12 meses. Lopes afirmou que há muito espaço para o crescimento nas modalidade de leasing e crédito habitacional. No entanto, a base dessas duas modalidades ainda é baixa. “A partir do crédito imobiliário e leasing é que se imagina a possibilidade crescimento.” O leasing para as pessoas físicas apresenta um avanço de 79,8% em 12 meses e de 7,4% em agosto. Essa modalidade possui um estoque de R$ 21,764 bilhões em crédito.
Esse crescimento é influenciado pela venda de automóveis. Segundo Lopes, em agosto, 80% dessas operações foram direcionadas para a compra de veículos. Para as empresas, o crescimento é um pouco menor, 7,9% no mês e 70,5%, totalizando R$ 28,857 bilhões. No financiamento habitacional com recursos livres, o crescimento do crédito é de 73,9% em 12 meses e 7,2% no mês para a pessoa física. No entanto, o volume é muito baixo, R$ 1,797 bilhão. Os volumes de financiamento imobiliário para empresas somam apenas R$ 939 milhões, alta de 2,9% no mês e 49,9% em 12 meses.
No crédito direcionado, o crédito para habitação chega a R$ 40,096 bilhões, crescimento de 22,6% em 12 meses e de 2% no ano. Esse valor inclui apenas pessoas físicas e cooperativas habitacionais.
Fonte: Folha de Pernambuco
Notícias - Santander
Financiamento 30 Anos
Notícias - Salão Imobiliário SP:
- Qual imóvel você busca...
- ...e como encontrar a tal casa própria
Notícias - Bancos:
- Longo Prazo
- Banco Real lança linha de financiamento de imóveis com prazo de 25 anos
Notícia - FGTS:
- Crédito mais barato em 2008
Notícia - Financiamento para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias:
- Casas em até 239 prestações em Duque de Caxias
Notícias - Crédito Imobiliário:
- Menores juros cobrados de clientes desde 1994
- Banco vê espaço para alta no crédito habitacional e leasing
Notícia Santander:
- Santander amplia prazo do crédito imobiliário a 30 anos
SÃO PAULO (Reuters) - O banco Santander anunciou nesta quarta-feira a ampliação do prazo máximo para financiamento imobiliário de 20 para 30 anos, o mais longo oferecido pelos bancos privados brasileiros e igual apenas ao da estatal Caixa Econômica Federal (CEF).
Essa nova condição estará disponível a partir de 15 de outubro, com financiamento de até 80 por cento de imóvel a partir de 40 mil reais, informou o banco.
"Essas inovações fazem parte da atuação mundial do Santander. Lideramos o mercado de financiamento de imóveis na Espanha e no Chile, entre outros países", disse em nota a vice-presidente de Crédito Imobiliário do banco, Ana Isabel Perez.
A título de comparação, o Bradesco elevou em julho o prazo de financiamento de imóveis de 20 para 25 anos.
Após a recuperação do setor nos últimos anos, o crédito imobiliário saiu de cerca de 2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) para mais de 5 por cento, de acordo com os especialistas do setor, que ainda vêem forte possibilidade de expansão desse mercado.
Segundo o superintendente de crédito imobiliário do Santander, Mauro Adriano, os prazos mais dilatados devem ajudar o banco na concessão de cerca de 3 bilhões de reais em financiamentos do tipo neste ano, número praticamente dobrado em relação a 2006. Para 2008, a expectativa é de crescimento de "pelo menos" 30 por cento nesse mercado, disse o executivo.
"Nós apostamos que todas as medidas que estão sendo tomadas pelo mercado e pelo governo vão impulsionar esse mercado nos próximos anos", afirmou ele, referindo-se às medidas para uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no crédito e do pacote de desoneração do setor imobiliário.
(Por Maurício Savarese)
Notícias - Salão Imobiliário SP:
Qual imóvel você busca...
Considerada a maior vitrine do mercado de imóveis da América Latina, o 2º Salão Imobiliário São Paulo (Sisp), que vai de quinta à domingo no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Zona Norte da Capital, está na mira da classe média. Pesquisa realizada por meio do site do Sisp com 15 mil pessoas já cadastradas para o evento aponta que 28% dos visitantes procuram por imóveis na faixa entre R$ 60 mil e R$ 120 mil.
“O foco do Salão deste ano está nos imóveis entre R$ 60 mil e R$ 360 mil e diante da pesquisa a tendência é que na próxima edição do Salão o número de unidades oferecidas na faixa dos R$ 60 mil a R$ 120 mil aumente”, afirma Mauro Pincherle, membro da vice-presidência, vendas e marketing do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), um dos organizadores do evento junto com a Alcântara Machado e a Reed Exhibitions.
Este ano, serão mais de 30 mil ofertas de imóveis comerciais e residenciais, entre casas, apartamentos novos e usados e terrenos em todas as regiões da Capital e Grande São Paulo, Litoral, Interior, em outros Estados e até fora do País. A organização do evento divulga que os valores das unidades serão a partir de R$ 60 mil, mas há construtores prometendo imóveis a partir de R$ 45 mil.
Apesar de o Sisp apresentar ofertas que atendam a todos gostos e bolsos, o grosso das unidades à venda no salão está concentrado na faixa de valor entre R$ 120 mil a R$ 360 mil, segundo Pincherle. Nesta faixa de preço, 13% do público já cadastrado busca por imóveis entre R$ 120 mil e R$ 160 mil 18% entre R$ 160 mil e R$ 220 mil e, 16%, de R$ 220 mil a R$ 360 mil. Outros 14% disseram que estão atrás de unidades abaixo dos R$ 60 mil.
A queda das taxas de juros e o aumento das ofertas de crédito e dos prazos de financiamento são os principais incentivos às pessoas que ganham entre 4 e 5 salários mínimos para correr atrás da casa própria. Com essas facilidades, as construtoras estão se voltando cada vez mais para este perfil de comprador. “Como o mercado de classe média-alta já está bastante suprido, a tendência é que o mercado se concentre nessas camadas no futuro”, afirma o vice-presidente do Secovi-SP, João Crestana.
Outro item interessante da pesquisa indica justamente qual a forma de pagamento que o público pretende utilizar. A maior parte dos entrevistados, 63%, diz que optaria pelo financiamento bancário. As outras opções seriam consórcio (17%), seguido pela compra com os próprios recursos (14%) e o financiamento direto com a construtora (6%).
Quanto à localidade, a preferência continua sendo pelo Zona Sul da Capital (20%), enquanto o Centro registra apenas 6%. A tendência para o próximo ano é que a procura, tanto na região central como na Zona Leste (hoje em 9%), aumente (leia mais na página 15). Veja na edição de quinta-feira o caderno especial do Salão Imobiliário.
Salão imobiliário de São Paulo
Onde
Pavilhão de Exposições do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1.209 (Zona Norte)
Quando
De quinta à sexta das 12h às 21h e de sábado a domingo das 10h às 21h
Quanto
De graça com credenciamento antecipado no site e R$ 10 ingresso familiar no local.
O estacionamento custa R$ 20
Ofertas
Mais de 30 mil imóveis entre R$ 45 mil e R$ 4,7 milhões
Vantagens
Mais de 200 empresas entre construtoras, imobiliárias, bancos e cartórios no mesmo local
Fonte: Jornal da Tarde
...e como encontrar a tal casa própria
Os consumidores que pretendem aproveitar o Salão Imobiliário São Paulo, que começa nesta quinta-feira, para comprar a casa própria devem ficar atentos: é aconselhável conhecer muito bem o imóvel antes de fechar o negócio para não ter dores de cabeça depois. O ideal é agendar pelo menos uma visita ao local para verificar a conservação do bem - se possível com a ajuda de algum especialista.
Foi justamente isso que não fez a costureira Maria da Paz Silva, 57 anos, quando ela adquiriu um apartamento na Zona Leste da Capital, no ano passado. O imóvel estava sendo oferecido por uma imobiliária da região, por R$ 42 mil - considerado baixo para os padrões do bairro. Entre visitar o local e assinar o contrato de compra e venda ela gastou apenas seis dias. O resultado para Maria foi desastroso.
Pouco depois de se mudar para seu novo endereço, ela notou que havia algo errado com os canos do banheiro. “Meu marido percebeu que vazava água do vaso sanitário quando acionava a descarga. Vimos que tinha uma grande infiltração na parede”, contou. “O encanamento tinha estourado e tivemos que trocar. Como se não bastasse o gasto, fomos obrigados a quebrar a parede do banheiro para colocar os canos novos”, lamentou.
Antes de assinar
Para não enfrentar esse tipo de problema, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste) recomenda que os futuros compradores fiquem atentos às condições estruturais do bem com bastante cuidado antes de fechar negócio - se houver qualquer problema, deve-se levar um especialista, como pedreiro ou eletricista, para fazer um orçamento. Se o custo for alto demais, pode ser melhor desistir desse imóvel e procurar por outro.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta as pessoas a visitar o local em mais de um horário, para ter certeza de que o imóvel é bem iluminado e arejado. Fatores externos à casa ou apartamento, como conservação do quintal ou do próprio prédio, também devem ser levados em consideração pelo comprador na hora de pesar os pontos positivos e negativos na transação.
Outro fator determinante para o interessado em comprar a casa própria é certificar-se de que não existam dívidas pendentes, como prestações de financiamento em atraso, débitos condominiais ou de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
Infra-estrutura
A gerente de locação e vendas da imobiliária Lello, Roseli Hernandes, diz que também é essencial vasculhar o bairro em busca da infra-estrutura oferecida, como proximidade de estações de trem ou metrô, além de pontos de ônibus. Também é recomendável verificar se há estabelecimentos comerciais próximos ao imóvel, como padarias, farmácias e shoppings.
O que olhar no imóvel
Encanamento
Abra torneiras e registros da cozinha e banheiros, além de acionar as descargas
Fiação
Tenha certeza de que as instalações elétricas do imóvel e o quadro de luz estão bons
Conforto
Visite o imóvel em dias e horários diferentes para saber se os cômodos são arejados e
ventilados
Teto e acabamento
Verifique o estado de conservação do teto, telhado, paredes e pisos, procurando por possíveis rachaduras, infiltrações e bolor
Documentação
Certifique-se que a documentação está em ordem (no nome do atual proprietário)
Dívidas
Veja também se não há débitos antigos, como de IPTU
Fonte: Jornal da Tarde
Notícias - Concorrência:
Longo Prazo
A BM Sua Casa, especializada em soluções de crédito imobiliário para a classe média, estendeu o financiamento de 30 anos aplicado na aquisição da casa própria, para toda a sua linha de produtos.
Mi Casa, Su Casa
A Itaplan Imóveis, imobiliária especializada em imóveis para média e baixa renda, aumentará sua atuação por meio de parcerias com pequenas imobiliárias de atuação local. Com isso, as imobiliárias poderão usar facilidades da Itaplan, como os sistemas de financiamento gerados por parcerias com a Caixa, BM Sua Casa e Santander. Segundo Fábio Rossi Filho, diretor da Itaplan, a expectativa é comercializar R$ 1,8 bilhão em 2008, R$ 2 bilhões em 2009 e passar os R$ 2,1 bilhões em 2010. Até dezembro, espera movimentar R$ 1 bilhão em vendas.
Fonte: Folha de São Paulo
Banco Real lança linha de financiamento de imóveis com prazo de 25 anos
A exemplo de outras instituições financeiras, o Banco Real lançou uma nova linha de financiamento imobiliário que poderá ser pago em 25 anos.
O prazo poderá ser utilizado para imóveis de até R$ 120 mil, sejam eles novos ou usados. Para essa modalidade, a taxa de juros será de 8% anuais, acrescida de Taxa Referencial, nos primeiros quatro anos, e de 11,5% a.a. mais TR, nos 21 anos restantes.
Para outros prazos e valores, as taxas praticadas serão mantidas, ou seja, 11,5% para imóveis até R$ 350 mil e 12,5% para imóveis acima de R$ 350 mil, conforme informou a assessoria de imprensa do Banco Real.
Outras instituições
No início de julho, o Bradesco ampliou de 20 para 25 anos o prazo de seu financiamento imobiliário da casa própria. A linha também pode ser usada em imóveis novos e usados.
Ao contrário do Banco Real, no Bradesco o prazo de 25 anos pode ser usado para financiamento de imóveis enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SNH), ou seja, avaliados em até R$ 350 mil e, na Carteira Hipotecária, com valor superior a R$ 350 mil.
A linha de crédito do banco pratica juros de 12,5% ao ano (SFH) ou 11,5% ao ano mais variação da Taxa Referencial, sendo que o comprador pode financiar 80% do valor de venda, desde que não comprometa mais de 30% de sua renda líquida.
Bancos ou construtoras ?
De acordo José Dutra Vieira Sobrinho, especialista em matemática financeira, financiar pelo banco pode ser melhor do que nas construtoras. "Não só os juros das instituições financeiras são menores, mas a expectativa é que nos próximos anos seu indexador seja a metade do que o utilizado pelas incorporadoras", explicou.
Vieira explica que, enquanto bancos utilizam a Taxa Referencial (TR), que tem uma variação média anual de 2%, como atualizador monetário, as construtoras aderem ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que, nos últimos 12 meses, está acumulado em 4,4%.
Quanto aos juros, o máximo que as instituições financeiras aplicam é cerca de 12% ao ano em parcelas variáveis, ao passo que incorporadoras cobram 1% ao mês - o que, em um ano, fica em 12,68%.
Fonte: InfoMoney
Notícia - FGTS:
Crédito mais barato em 2008
Os bancos privados, que hoje operam crédito imobiliário apenas com recursos da caderneta de poupança, vão começar a oferecer linhas de financiamento com verbas do FGTS. Os juros, nesse caso, são menores porque os custos de captação são mais baratos (veja quadro). Ou seja, a partir do ano que vem, os interessados em comprar a casa própria terão opções mais em conta também nas instituições particulares e não somente na Caixa Econômica Federal.
Segundo o superintendente técnico da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) José Pereira Gonçalves, alguns bancos já estão procurando a Caixa e o Conselho Curador do FGTS para viabilizar o novo formato de crédito.
As instituições começam a se interessar por estarem se voltando para as camadas de menor renda explicou.O diretor de crédito imobiliário da Federação Brasileira dos Bancos, Osmar Roncolato, confirmou que os bancos estão atentos às mudanças do mercado. De acordo com ele, o fato de os coristas do FGTS terem desconto de meio ponto percentual no crédito imobiliário a partir de 2008 estáatraindo os bancos privados para as linhas mais populares.
Roncolato adverte, no entanto, que isso ocorrerá apenas se os bancos conseguirem manter a aplicação mínima de 65% dos depósitos da poupança em empréstimos habitacionais, uma exigência do Banco Central. Se estiverem com dificuldades de atingir o percentual, não vão se interessar em operar com FGTS, que não conta para essa exigibilidade.
Fonte: O Extra
Notícia - Financiamento para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias:
Casas em até 239 prestações em Duque de Caxias
O programa Crédito Solidário, uma parceria entre o Ministério das Cidades, a ONG Rio Solidário (Obra Social do Rio de Janeiro) e a Prefeitura de Duque de Caxias, vai abrir, na próxima quinta-feira, as inscrições para o financiamento da casa própria para servidores públicos estaduais e municipais de Duque de Caxias. Esse é o primeiro empreendimento do programa no Estado do Rio e vai contar com financiamento de 100% da Caixa Econômica Federal.
Serão construídos dois condomínios, batizados de Sardenha e Córsega, com 395 casas ao todo. Serão construídos no bairro de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias. Cada unidade terá 40 metros quadrados, custando R$ 30 mil. As inscrições poderão ser feitas até o dia 2 de outubro. “Cuidaremos do processo de inscrições e, em seguida, faremos a tomada de preços para o início das obras”, disse a diretora de projetos da ONG Rio Solidário, Maria Cristina Costa.
O programa é voltado para servidores que recebem de um e a três salários mínimos (R$ 380 a R$ 1.140). O financiamento poderá ser quitado em até 239 vezes, com prestações a partir de R$ 146. Para os servidores municipais de Duque de Caxias, haverá a opção de descontar as prestações na folha de pagamento. “Esse programa é uma maneira de reduzir o déficit habitacional no nosso estado”, afirmou Maria Cristina Costa.
O projeto vai beneficiar, entre outras classes de servidores, policiais militares, bombeiros e professores, que terão acesso ao financiamento pela Caixa Econômica Federal sem juros, mediante aprovação prévia de crédito. Os interessados em participar do programa devem apresentar carteira de identidade, CPF e contracheque no posto de inscrição da Prefeitura de Duque de Caxias, na Praça Roberto Silveira 31, térreo. O atendimento aos servidores será feito das 10h às 17h.
Os condomínios terão opções de lazer: quadra poliesportiva e churrasqueiras, além de quiosques, estacionamento e guaritas para segurança. Também está sendo avaliada a construção de uma creche na área externa dos conjuntos residenciais. A obra da unidade de educação infantil ficaria por conta da Prefeitura de Caxias.
Fonte: O Dia
Notícias - Crédito Imobiliário:
Menores juros cobrados de clientes desde 1994
A taxa de juros para pessoa física atingiu o menor patamar desde julho de 1994 puxando o custo médio dos empréstimos para baixo (35,7%). De julho para agosto, o juro para pessoa física cedeu de 47% para 46,6% ao ano. A novidade é que a taxa caiu justamente porque as instituições financeiras não repassaram, pelo menos integralmente, o aumento dos custos de captação provocado pelas turbulências no mercado internacional. Por outro lado, a taxa cobrada no cheque especial registrou uma ligeira alta em agosto, passando de 139,2% em julho para139,5% ao ano — desde maio esse modalidade só apresentava baixa.
Na avaliação do chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC), Altamir Lopes, a melhora da taxa média de empréstimos está vinculada a troca de modalidades mais caras por mais baratas, como o crédito consignado. Além disso, os bancos avaliaram que a crise nos mercados internacionais não iria durar. Para o economista da consultoria Tendências, Dênis Blum, os bancos ficaram com medo de aumentar os juros e perder clientela em modalidades como leasing e financiamentos imobiliários. Em 12 meses, o leasing para pessoa física cresceu 79,8%. Já o crédito para casa própria subiu 73,9% no mesmo período.
O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel), Rafael, Cardoso, explica que o crescimento econômico sustentável, recuperação da renda e alongamento dos prazos fizeram com que os brasileiros ficassem mais confiantes na economia e optassem pelo leasing para comprar veículos. “A concorrência entre as empresas do setor é muito alta, o que faz os custos caírem para o consumidor”, ressalta Cardoso. Tanto esse segmento como o do crédito imobiliário estão sendo as apostas das instituições financeiras. Isso porque, no caso do leasing, o estoque de empréstimos concedidos ainda é muito baixo (R$ 21,784 bilhões) se comparado com outras modalidades. O mesmo acontece com os financiamentos imobiliários, que representam apenas 1,6% do PIB. Em países desenvolvidos, esse valor está acima dos 40%. “Ainda existe muito espaço para crescer nessas linhas”, comenta Lopes.
O juro menor, associado a perspectiva de crescimento econômico, tem se refletido diretamente no aumento do volume de operações de crédito dos bancos no país. Em agosto, a relação crédito/PIB (Produto Interno Bruto) foi de 33,1%, o maior número desde janeiro de 2005, quando a relação foi de 36,8%. A perspectiva é de que o boom do crédito continue puxado, principalmente, pelo crédito consignado que ainda está engatinhando para os trabalhadores da iniciativa privada. O volume de empréstimos consignados totaliza R$ 59,829 bilhões — sendo R$ 52,151 bilhões para os servidores públicos e R$ 7,678 bilhões para trabalhadores de empresas privadas — um aumento de 2,1% em relação a agosto e de 27,5% no ano.
Inversão de cenário
Nos seis primeiros dias úteis de setembro, no entanto, o movimento de queda de juros está se invertendo. A taxa para pessoa física subiu 0,4 ponto percentual para 47% no início deste mês. Lopes disse que os brasileiros se endividaram mais com o cheque especial, no início de setembro, com isso, a média das taxas de juros acaba subindo. “Esse é um movimento meramente estatístico”, afirma Lopes, acrescentando que seis dias não são suficientes para definir a tendência do mês.
Fonte: Correio Braziliense (Edna Simão)
Banco vê espaço para alta no crédito habitacional e leasing
Com crescimento de mais de 20% nos últimos 12 meses, o volume de crédito disponível no Brasil tem subido baseado no financiamento ao consumo. Os R$ 841,507 bilhões de crédito total disponível em agosto representam 33,1% do PIB (Produto Interno Bruto) e o Banco Central espera que essa participação suba. “Nosso crédito cresce para financiar o consumo. Com a dilação dos prazos, o que se espera é que o volume de crédito continue a crescer”, afirmou Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC.
A maior participação já registrada foi em janeiro de 1995, quando o volume de crédito total do sistema financeiro nacional chegou a 36,8% do PIB. Em valores nominais, as operações de crédito cresceram 2,9% em agosto na comparação com o mês anterior e 24,8% nos últimos 12 meses. Lopes afirmou que há muito espaço para o crescimento nas modalidade de leasing e crédito habitacional. No entanto, a base dessas duas modalidades ainda é baixa. “A partir do crédito imobiliário e leasing é que se imagina a possibilidade crescimento.” O leasing para as pessoas físicas apresenta um avanço de 79,8% em 12 meses e de 7,4% em agosto. Essa modalidade possui um estoque de R$ 21,764 bilhões em crédito.
Esse crescimento é influenciado pela venda de automóveis. Segundo Lopes, em agosto, 80% dessas operações foram direcionadas para a compra de veículos. Para as empresas, o crescimento é um pouco menor, 7,9% no mês e 70,5%, totalizando R$ 28,857 bilhões. No financiamento habitacional com recursos livres, o crescimento do crédito é de 73,9% em 12 meses e 7,2% no mês para a pessoa física. No entanto, o volume é muito baixo, R$ 1,797 bilhão. Os volumes de financiamento imobiliário para empresas somam apenas R$ 939 milhões, alta de 2,9% no mês e 49,9% em 12 meses.
No crédito direcionado, o crédito para habitação chega a R$ 40,096 bilhões, crescimento de 22,6% em 12 meses e de 2% no ano. Esse valor inclui apenas pessoas físicas e cooperativas habitacionais.
Fonte: Folha de Pernambuco
terça-feira, 25 de setembro de 2007
As notícias de hoje, 25/09, são:
As notícias de hoje, 25/09, são:
Notícias - Bancos:
- Crédito imobiliário da Nossa Caixa chega a 25 anos
Opinião - Roberto Zentgraf (O Globo):
- Você e o financiamento imobiliário
Notícias - Setor Imobiliário:
- Mais crédito e casas para brasileiros
- Mutirão para contratos do SFH começa nesta segunda-feira
- Alento à construção civil
Notícia - Feira de Imóveis de Fortaleza:
- 1.500 imóveis de R$ 70 mil a R$ 1 mil
Notícias - Bancos:
Crédito imobiliário da Nossa Caixa chega a 25 anos
Agência Globo - VALOR ECONÔMICO
O Banco Nossa Caixa estendeu de 20 para 25 anos o prazo de suas linhas de crédito para aquisição de imóveis novos e usados, voltou a atuar com planos de taxa de juros única e ainda reduziu taxas das linhas tradicionais de financiamento imobiliário. "Nosso objetivo é ajustar as linhas de crédito imobiliário da Nossa Caixa ao positivo cenário econômico do país de estabilidade e queda das taxas de juros. Também tivemos a preocupação em manter a competitividade de nossos produtos, melhorando as condições de acesso da população ao crédito, em sintonia com nossa estratégia de aumentar a oferta de recursos para a aquisição ou construção da casa própria", diz Jorge Luiz Ávila, diretor do banco.
As condições do financiamento são definidas de acordo com o plano de reajuste escolhido pelo pretendente, seja para a aquisição de imóveis novos ou usados, ou para construção ou reforma. Um dos diferenciais da Nossa Caixa é atuar com a taxa reduzida e taxa única em imóveis com valor de até R$ 150 mil, enquanto os concorrentes, para essa linha, atendem imóveis de até R$ 120 mil ou R$ 130 mil. O plano com reajuste e taxa reduzida tem juros de até 7% durante os três primeiros anos do financiamento e 11% a partir da 37ª parcela.
Para os funcionários públicos esta taxa é de 10,50% para as prestações restantes. O valor da parcelas, durante todo o contrato, é reajustado mensalmente pelo índice de remuneração básica dos depósitos de poupança (TR). Nessa linha, houve queda de até 1% em relação às taxas praticadas anteriormente.
A Nossa Caixa voltou a atuar no crédito imobiliário com taxa única de juros durante todo o contrato e prestações reajustáveis pela TR. As taxas são as mesmas do início ao fim do contrato e vão de 9% a 12% ao ano de acordo com o valor do imóvel financiado. Para funcionários públicos as taxas têm uma redução de 0,50%. No plano com prestações prefixadas as taxas variam de acordo com o prazo do financiamento. Para financiamentos no SFH, a taxa é de 12% ao ano para financiamento de até 10 anos e de 12,50% ao ano nos demais prazos. Funcionários públicos têm um desconto de 0,5% nessas taxas. A grande vantagem desta modalidade de financiamento são as prestações de amortização e juros, fixas do início ao fim do contrato. A Nossa Caixa passou a financiar até 80% do valor do imóvel, limitado a R$ 800 mil e os servidores podem financiar até 100% do valor.
Em caso de reforma ou ampliação, o prazo de financiamento é de até 60 meses e o valor de financiamento vai até R$ 100 mil, limitado a 30% do valor de avaliação e 100% do custo da obra. A prestação mensal mínima, para qualquer plano, é de R$ 250. Para empresas, a Nossa Caixa oferece linhas de crédito imobiliário destinadas à produção e comercialização de empreendimentos e para pessoas físicas o banco financia a aquisição de imóveis novos ou usados, construção ou término de construção, reforma e ampliação de imóveis.
Opinião - Roberto Zentgraf (O Globo):
Você e o financiamento imobiliário
Considerando que boa parte dos brasileiros sonha com a casa própria, darei seqüência ao tema da segunda-feira passada, agora concentrando-me nos financiamentos. Confesso que fiquei confuso com tantas opções e modalidades... E espero, na coluna de hoje, conseguir desatar esse nó!
FGTS: Pesquisando nos sites dos bancos, percebi que, apesar de mais baixos do que os demais empréstimos, os juros para os imóveis ainda são altos, considerando a realidade salarial do país. Assim, recomendo que você, caso financie seu imóvel, use o saldo do Fundo. Você poderá fazê-lo desde que: contribua há pelo menos três anos; não tenha outro financiamento pelo SFH; não possua unidades em apart-hotéis; não seja proprietário de 40% de outro imóvel; não tenha sido proprietário do imóvel que pensa adquirir. Há três formas principais para o seu uso: pagamento de parte do valor; amortizações extraordinárias ou liquidação do saldo devedor; pagamento de parte das prestações. Opte pela primeira, para financiar o mínimo possível.
TAXA DE JUROS: No modo prefixado, a taxa e as prestações são previamente conhecidas quando se contrata o financiamento. No pósfixado, as prestações são reajustadas pela TR. Por embutirem a expectativa de inflação, as pré são mais altas que as pós (em um mesmo banco, para 15 anos e imóveis de até R$ 350 mil, encontrei 18,61% ao ano para a pré e 12% ao ano para a pós). Supondo um financiamento de R$ 245 mil, você pagará R$ 3.798 pela pré e R$ 2.846 pela pós. No pré, o valor da prestação não muda, o que ajuda o seu planejamento; no pós, a prestação é reajustada...Lembrando que a TR tem variado em torno de 2% ao ano, ao fim você estaria pagando R$ 3.830, o que parece vantajoso, ainda mais se observarmos que a TR vem caindo.Caso você opte por essa modalidade, não comprometa mais do que 15% ou 20% da renda para evitar sustos se a TR no futuro voltar a subir.
AMORTIZAÇÃO: Prefira o SAC (amortizações constantes) ao Price (prestações constantes) pois, como os juros incidem sobre o saldo devedor, as prestações nessa modalidade tendem a se reduzir ao longo do tempo ou, por causa da atualização pela TR, a subir menos do que pelo Price. Pelo SAC paga-se um pouco mais no início e menos ao fim, em comparação com o Price.
VALOR DAS TAXAS: Pesquise, pois, em função do valor do imóvel e da instituição, elas variam muito. Por exemplo, em um mesmo banco, imóveis de até R$ 120 mil são financiados a 9% ao ano (pós) contra os 12% ao ano para imóveis mais caros.
A Caixa Econômica, por causa de incentivos ao setor, oferece taxas ainda mais baixas, com reduções significadevetivas para seus correntistas.
PRAZO: Opte por prazos maiores de forma que sua prestação chegue perto do valor de um aluguel, mas tenha cuidado, pois, para prazos superiores a 15 anos, a modalidade é pós-fixada, e quem garante o que vai ocorrer com a TR daqui a 30 anos, por exemplo?
OUTROS ENCARGOS: Além da parcela do financiamento, os bancos cobram tarifas mensais para administração em torno de R$ 25, mais um seguro, que varia em função de idade, renda, valor do imóvel.Preste atenção, esses encargos serão somados à prestação. Um grande abraço e até a próxima semana!
Fonte: O Globo (Roberto Zentgraf)
Notícias - Setor Imobiliário:
Mais crédito e casas para brasileiros
O dinheiro depositado em cadernetas de poupança está ajudando a realizar o sonho da casa própria de milhões de brasileiros. No mês passado, os bancos liberaram R$ 1,8 bilhão — maior volume nos últimos 23 anos. De janeiro a agosto, os empréstimos somam R$ 10,3 bilhões, valor superior a todo o ano de 2006 (R$ 9,3 bilhões). Na comparação com o primeiro semestre, o avanço é de 73,7%.
Condições de financiamento mais flexíveis, prazos longos e juros em queda têm dado aos clientes de menor poder aquisitivo maior poder de compra. A estabilidade econômica, com baixos índices de correção, também estimula as instituições a oferecerem mais crédito. Diante dessas facilidades, consumidores demonstram maior interesse e confiança pela compra financiada.
“O público de renda inferior tem mais facilidades de pagar um financiamento hoje do que há cinco anos”, diz José Pereira Gonçalves, superintendente técnico da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).
Para se ter idéia, quem financiou imóvel de R$ 50 mil em 2002, à época, precisou pagar R$ 770 pela prestação mensal (prazo de 10 anos). A renda exigida era R$ 2.800. Hoje, quem compra imóvel do mesmo valor consegue prestação mensal de R$ 450 (prazo de 30 anos). Neste caso, a renda exigida também é menor: R$ 1.800.
Mais de 117 mil imóveis
Desde o início de 2007 até agora, mais de 117 mil unidades foram financiadas pelos bancos. O número supera o resultado de todo o ano passado, quando foram registrados 113 mil financiamentos. A expectativa da Abecip é que até dezembro sejam utilizados mais de R$ 16 bilhões em crédito imobiliário com recursos das cadernetas de poupança. O motivo é simples: antes, como não podiam arcar com o valor das parcelas, os consumidores acabavam optando pelo aluguel. Hoje, a prestação já cabe no bolso dos clientes.
De acordo com a associação, os números revelam que o País despertou para o mercado de crédito imobiliário, acompanhando a evolução da economia. O volume de crédito do mês passado supera todo o ano de 2002, quando o financiamento habitacional praticamente não era utilizado no Brasil.
Fonte: O Dia
Mutirão para contratos do SFH começa nesta segunda-feira
Começam nesta segunda-feira, em São Paulo, as audiências do terceiro mutirão de conciliação de processos de segunda instância da Justiça Federal que discutem contratos de financiamentos imobiliários realizados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Serão analisados os contratos firmados pelo PES (Plano de Equivalência Salarial).
Estarão reunidos juízes federais, representantes da CEF (Caixa Econômica Federal), Emgea (Empresa Gestora de Ativos), mutuários e seus advogados, que tentarão obter acordos e finalizar processos em andamento no TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região.
A desembargadora federal Marli Ferreira, presidente do tribunal, destaca que esta será mais uma oportunidade para as partes celebrarem um acordo e pôr fim a anos de espera por uma solução aos contratos habitacionais com problemas que vão de preços acima do valor real a amortização, juros e correção monetária.
Fonte: Diário ABC
Alento à construção civil
Estudo da FGV Projetos estima que o setor imobiliário crescerá entre 7,9% e 9,3% em 2007, contra os 4,6% apurados em 2006. Justificam as projeções as informações apuradas sobre a recuperação da construção civil, cujos efeitos positivos se refletem em setores direta ou indiretamente ligados à moradia, como os de materiais de construção, móveis e eletrodomésticos.
Entre 1995 e 2005, observa o economista Fernando Garcia, da FGV, o PIB cresceu, em média, 2,38% ao ano e a participação da construção civil foi de 0,2 ponto porcentual - índice que a partir deste ano deverá triplicar, atingindo 0,6 ponto porcentual, semelhante ao que foi observado entre 1975 e 1985 e compatível com o de outros países emergentes, como a Coréia.
Além de estimular as transações com terrenos para edificação, as atividades de escritórios de arquitetura e projetos, empresas de comercialização e, principalmente, as contratações de operários num segmento de mão-de-obra intensiva, as incorporações imobiliárias demandam materiais em grande escala.
As vendas de vergalhões, insumo básico para a construção, avançaram 9,3% entre os primeiros semestres de 2006 e 2007. O consumo aparente de cimento cresceu 15,1% no período de janeiro a julho de 2007, em relação aos mesmos meses de 2006. Nesta mesma base de comparação, o faturamento total da indústria de material de construção cresceu 7,5% e o emprego, 7%.
Outro estudo da FGV, encomendado por uma associação de classe, mostrou o impacto positivo da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em dezenas de itens de materiais de construção, estimada em mais de R$ 500 milhões, valor que acaba retornando aos cofres públicos em decorrência do aumento da atividade, ou seja, da incidência de um tributo com alíquota menor sobre um volume muito maior de bens comercializados.
Ao mesmo tempo, a oferta de crédito imobiliário alcança níveis próximos aos do início dos anos 80, quando mais de 200 mil imóveis eram financiados por ano pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que capta recursos via cadernetas de poupança.
Em 2007, até agosto, 117 mil unidades foram financiadas pelo SBPE. Mantido o ritmo mensal de 17 mil a 18 mil unidades financiadas, que foi o do último bimestre, os financiamentos deste ano poderão superar a casa dos 185 mil, número inferior apenas aos do triênio 1980/1982. Para isso não faltam recursos, pois a captação líquida via cadernetas atingiu R$ 11 bilhões nos primeiros oito meses do ano. Nos últimos 12 meses, até agosto, o saldo dos depósitos de poupança aumentou R$ 33 bilhões, 24,5% acima dos 12 meses anteriores.
O fortalecimento do mercado imobiliário produz efeito positivo sobre fabricantes de móveis, geladeiras e fogões, que registram taxas de crescimento anual elevadas, entre 10% e 30%. A indústria de mobiliário, em especial, está reagindo depois de ter sido fortemente atingida pelo crescimento das importações, estimuladas pela desvalorização do dólar. E, a partir deste ano, uma prática comum em mercados imobiliários desenvolvidos está chegando ao País: mediante acordos feitos antes da conclusão do imóvel entre construtoras e fornecedores de armários embutidos e equipamentos básicos, é possível a entrega de unidades semimobiliadas, quase prontas para serem habitadas.
A expansão do setor imobiliário deve-se ao aumento da renda das famílias, à diminuição do desemprego e a um conjunto de medidas legais adotadas nos últimos anos, que reduziram os custos de transação, ampliaram a segurança jurídica dos contratos de financiamento e diminuíram a tributação incidente sobre as operações de compra e venda e os materiais de construção.
O crescimento da construção civil tem tudo para ser sustentável. Ainda que as condições macroeconômicas viessem a se tornar menos favoráveis, o nível de endividamento com habitação das famílias é moderado e o governo tem espaço para estimular a oferta de crédito, favorecendo, por exemplo, o segmento de securitização das dívidas imobiliárias, ampliando o mercado secundário de recebíveis imobiliários e criando, assim, um mercado adicional de oferta de crédito à moradia.
Fonte: Estadão
Notícia - Feira de Imóveis de Fortaleza:
1.500 imóveis de R$ 70 mil a R$ 1 mil
Vinte e duas construtoras participam da 1ª Festimóveis — Feira de Imóveis de Fortaleza, que começou ontem e vai até o próximo dia 30 de setembro, no shopping Iguatemi. O evento oferta 1.500 unidades, que variam de R$ 70 mil a mais de R$ 1 milhão. Segundo o diretor da Immobilis, Ricardo Bezerra, os imóveis poderão ser financiados em até 80% pelo banco ou 100% na própria construtora, com um prazo que pode chegar a 240 meses.
Em uma avaliação para o primeiro dia da feira, Bezerra disse que o movimento pelos stands superou as expectativas. ´Entre 10 horas às 16h, foram fechados alguns negócios´, assegurou, mas não quis quantificar o volume de negócios.
´Projetamos que sejam vendidos pelos menos 50 imóveis nos dez dias de feira´, calcula.
O evento é uma iniciativa das corretoras Immobilis e Kalil Otoch Imobiliária. “Nosso objetivo foi reunir em um espaço com circulação de 60 mil pessoas por dia, os imóveis disponíveis de clientes que fazem parte da nossa carteira de negócios”, explicou Kalil Otoch.
Quem for comprar um imóvel pela feira vai contar com a prestação de vários serviços de cartório, bancos, loja de decoração e de administradora de condomínio.
“Estamos aproveitando o crescimento da oferta de crédito imobiliário e viabilizando aos consumidores um produto que reúne tudo que ele precisa em um só lugar”, observou Ricardo Bezerra, da Immobilis.
Mercado imobiliário
A feira é uma mostra de que a oferta de imóveis faz parte de um ciclo virtuoso, segundo Bezerra. ´Temos convicção que esse período será duradouro. Hoje, no Brasil, as taxas de juros estão em queda e os prazos de financiamento cada vez maiores´.
Para ele, os bancos e investidores nacionais e internacionais do mercado de capitais estão com maior apetite para colocar seu dinheiro no mercado imobiliário. ´A maior prova disso é o sucesso dos IPOs das construtoras na Bovespa. É uma verdadeira coqueluche a abertura de capital das construtoras. Com isso, o capital, que estava faltando nesse mercado, não é mais problema´.
Nesse cenário, o empresário diz que quem sai ganhando é o consumidor. ´O comprador de imóveis conta com condições de compra nunca antes vistas´.
Quanto à possível retração de consumo diante das notícias sobre a crise imobiliária nos EUA, Bezerra lembra que o mercado imobiliário americano participa do PIB daquele país com um percentual gigantesco. ´Trata-se de um mercado influente. No entanto, não creio que essa crise momentânea nos EUA venha a afetar diretamente o mercado local´, explicou.
As construtoras participantes da feira são a Blokus, C.Rolim Engenharia, CCB, Cameron, Columbia, Diagonal, Engexata, Farias Brito, Fertaper, GT Empreendimentos, J. Simões, Jereissati Centros Comerciais, JWT, Manhattan Construtora, Magis Participações, Marquise, Mendonça Aguiar, Mota Machado, Placic, Potenza, SM Sistema Fácil e Terra Brasilis.
Fonte: Diário do Nordeste
Notícias - Bancos:
- Crédito imobiliário da Nossa Caixa chega a 25 anos
Opinião - Roberto Zentgraf (O Globo):
- Você e o financiamento imobiliário
Notícias - Setor Imobiliário:
- Mais crédito e casas para brasileiros
- Mutirão para contratos do SFH começa nesta segunda-feira
- Alento à construção civil
Notícia - Feira de Imóveis de Fortaleza:
- 1.500 imóveis de R$ 70 mil a R$ 1 mil
Notícias - Bancos:
Crédito imobiliário da Nossa Caixa chega a 25 anos
Agência Globo - VALOR ECONÔMICO
O Banco Nossa Caixa estendeu de 20 para 25 anos o prazo de suas linhas de crédito para aquisição de imóveis novos e usados, voltou a atuar com planos de taxa de juros única e ainda reduziu taxas das linhas tradicionais de financiamento imobiliário. "Nosso objetivo é ajustar as linhas de crédito imobiliário da Nossa Caixa ao positivo cenário econômico do país de estabilidade e queda das taxas de juros. Também tivemos a preocupação em manter a competitividade de nossos produtos, melhorando as condições de acesso da população ao crédito, em sintonia com nossa estratégia de aumentar a oferta de recursos para a aquisição ou construção da casa própria", diz Jorge Luiz Ávila, diretor do banco.
As condições do financiamento são definidas de acordo com o plano de reajuste escolhido pelo pretendente, seja para a aquisição de imóveis novos ou usados, ou para construção ou reforma. Um dos diferenciais da Nossa Caixa é atuar com a taxa reduzida e taxa única em imóveis com valor de até R$ 150 mil, enquanto os concorrentes, para essa linha, atendem imóveis de até R$ 120 mil ou R$ 130 mil. O plano com reajuste e taxa reduzida tem juros de até 7% durante os três primeiros anos do financiamento e 11% a partir da 37ª parcela.
Para os funcionários públicos esta taxa é de 10,50% para as prestações restantes. O valor da parcelas, durante todo o contrato, é reajustado mensalmente pelo índice de remuneração básica dos depósitos de poupança (TR). Nessa linha, houve queda de até 1% em relação às taxas praticadas anteriormente.
A Nossa Caixa voltou a atuar no crédito imobiliário com taxa única de juros durante todo o contrato e prestações reajustáveis pela TR. As taxas são as mesmas do início ao fim do contrato e vão de 9% a 12% ao ano de acordo com o valor do imóvel financiado. Para funcionários públicos as taxas têm uma redução de 0,50%. No plano com prestações prefixadas as taxas variam de acordo com o prazo do financiamento. Para financiamentos no SFH, a taxa é de 12% ao ano para financiamento de até 10 anos e de 12,50% ao ano nos demais prazos. Funcionários públicos têm um desconto de 0,5% nessas taxas. A grande vantagem desta modalidade de financiamento são as prestações de amortização e juros, fixas do início ao fim do contrato. A Nossa Caixa passou a financiar até 80% do valor do imóvel, limitado a R$ 800 mil e os servidores podem financiar até 100% do valor.
Em caso de reforma ou ampliação, o prazo de financiamento é de até 60 meses e o valor de financiamento vai até R$ 100 mil, limitado a 30% do valor de avaliação e 100% do custo da obra. A prestação mensal mínima, para qualquer plano, é de R$ 250. Para empresas, a Nossa Caixa oferece linhas de crédito imobiliário destinadas à produção e comercialização de empreendimentos e para pessoas físicas o banco financia a aquisição de imóveis novos ou usados, construção ou término de construção, reforma e ampliação de imóveis.
Opinião - Roberto Zentgraf (O Globo):
Você e o financiamento imobiliário
Considerando que boa parte dos brasileiros sonha com a casa própria, darei seqüência ao tema da segunda-feira passada, agora concentrando-me nos financiamentos. Confesso que fiquei confuso com tantas opções e modalidades... E espero, na coluna de hoje, conseguir desatar esse nó!
FGTS: Pesquisando nos sites dos bancos, percebi que, apesar de mais baixos do que os demais empréstimos, os juros para os imóveis ainda são altos, considerando a realidade salarial do país. Assim, recomendo que você, caso financie seu imóvel, use o saldo do Fundo. Você poderá fazê-lo desde que: contribua há pelo menos três anos; não tenha outro financiamento pelo SFH; não possua unidades em apart-hotéis; não seja proprietário de 40% de outro imóvel; não tenha sido proprietário do imóvel que pensa adquirir. Há três formas principais para o seu uso: pagamento de parte do valor; amortizações extraordinárias ou liquidação do saldo devedor; pagamento de parte das prestações. Opte pela primeira, para financiar o mínimo possível.
TAXA DE JUROS: No modo prefixado, a taxa e as prestações são previamente conhecidas quando se contrata o financiamento. No pósfixado, as prestações são reajustadas pela TR. Por embutirem a expectativa de inflação, as pré são mais altas que as pós (em um mesmo banco, para 15 anos e imóveis de até R$ 350 mil, encontrei 18,61% ao ano para a pré e 12% ao ano para a pós). Supondo um financiamento de R$ 245 mil, você pagará R$ 3.798 pela pré e R$ 2.846 pela pós. No pré, o valor da prestação não muda, o que ajuda o seu planejamento; no pós, a prestação é reajustada...Lembrando que a TR tem variado em torno de 2% ao ano, ao fim você estaria pagando R$ 3.830, o que parece vantajoso, ainda mais se observarmos que a TR vem caindo.Caso você opte por essa modalidade, não comprometa mais do que 15% ou 20% da renda para evitar sustos se a TR no futuro voltar a subir.
AMORTIZAÇÃO: Prefira o SAC (amortizações constantes) ao Price (prestações constantes) pois, como os juros incidem sobre o saldo devedor, as prestações nessa modalidade tendem a se reduzir ao longo do tempo ou, por causa da atualização pela TR, a subir menos do que pelo Price. Pelo SAC paga-se um pouco mais no início e menos ao fim, em comparação com o Price.
VALOR DAS TAXAS: Pesquise, pois, em função do valor do imóvel e da instituição, elas variam muito. Por exemplo, em um mesmo banco, imóveis de até R$ 120 mil são financiados a 9% ao ano (pós) contra os 12% ao ano para imóveis mais caros.
A Caixa Econômica, por causa de incentivos ao setor, oferece taxas ainda mais baixas, com reduções significadevetivas para seus correntistas.
PRAZO: Opte por prazos maiores de forma que sua prestação chegue perto do valor de um aluguel, mas tenha cuidado, pois, para prazos superiores a 15 anos, a modalidade é pós-fixada, e quem garante o que vai ocorrer com a TR daqui a 30 anos, por exemplo?
OUTROS ENCARGOS: Além da parcela do financiamento, os bancos cobram tarifas mensais para administração em torno de R$ 25, mais um seguro, que varia em função de idade, renda, valor do imóvel.Preste atenção, esses encargos serão somados à prestação. Um grande abraço e até a próxima semana!
Fonte: O Globo (Roberto Zentgraf)
Notícias - Setor Imobiliário:
Mais crédito e casas para brasileiros
O dinheiro depositado em cadernetas de poupança está ajudando a realizar o sonho da casa própria de milhões de brasileiros. No mês passado, os bancos liberaram R$ 1,8 bilhão — maior volume nos últimos 23 anos. De janeiro a agosto, os empréstimos somam R$ 10,3 bilhões, valor superior a todo o ano de 2006 (R$ 9,3 bilhões). Na comparação com o primeiro semestre, o avanço é de 73,7%.
Condições de financiamento mais flexíveis, prazos longos e juros em queda têm dado aos clientes de menor poder aquisitivo maior poder de compra. A estabilidade econômica, com baixos índices de correção, também estimula as instituições a oferecerem mais crédito. Diante dessas facilidades, consumidores demonstram maior interesse e confiança pela compra financiada.
“O público de renda inferior tem mais facilidades de pagar um financiamento hoje do que há cinco anos”, diz José Pereira Gonçalves, superintendente técnico da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).
Para se ter idéia, quem financiou imóvel de R$ 50 mil em 2002, à época, precisou pagar R$ 770 pela prestação mensal (prazo de 10 anos). A renda exigida era R$ 2.800. Hoje, quem compra imóvel do mesmo valor consegue prestação mensal de R$ 450 (prazo de 30 anos). Neste caso, a renda exigida também é menor: R$ 1.800.
Mais de 117 mil imóveis
Desde o início de 2007 até agora, mais de 117 mil unidades foram financiadas pelos bancos. O número supera o resultado de todo o ano passado, quando foram registrados 113 mil financiamentos. A expectativa da Abecip é que até dezembro sejam utilizados mais de R$ 16 bilhões em crédito imobiliário com recursos das cadernetas de poupança. O motivo é simples: antes, como não podiam arcar com o valor das parcelas, os consumidores acabavam optando pelo aluguel. Hoje, a prestação já cabe no bolso dos clientes.
De acordo com a associação, os números revelam que o País despertou para o mercado de crédito imobiliário, acompanhando a evolução da economia. O volume de crédito do mês passado supera todo o ano de 2002, quando o financiamento habitacional praticamente não era utilizado no Brasil.
Fonte: O Dia
Mutirão para contratos do SFH começa nesta segunda-feira
Começam nesta segunda-feira, em São Paulo, as audiências do terceiro mutirão de conciliação de processos de segunda instância da Justiça Federal que discutem contratos de financiamentos imobiliários realizados pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Serão analisados os contratos firmados pelo PES (Plano de Equivalência Salarial).
Estarão reunidos juízes federais, representantes da CEF (Caixa Econômica Federal), Emgea (Empresa Gestora de Ativos), mutuários e seus advogados, que tentarão obter acordos e finalizar processos em andamento no TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região.
A desembargadora federal Marli Ferreira, presidente do tribunal, destaca que esta será mais uma oportunidade para as partes celebrarem um acordo e pôr fim a anos de espera por uma solução aos contratos habitacionais com problemas que vão de preços acima do valor real a amortização, juros e correção monetária.
Fonte: Diário ABC
Alento à construção civil
Estudo da FGV Projetos estima que o setor imobiliário crescerá entre 7,9% e 9,3% em 2007, contra os 4,6% apurados em 2006. Justificam as projeções as informações apuradas sobre a recuperação da construção civil, cujos efeitos positivos se refletem em setores direta ou indiretamente ligados à moradia, como os de materiais de construção, móveis e eletrodomésticos.
Entre 1995 e 2005, observa o economista Fernando Garcia, da FGV, o PIB cresceu, em média, 2,38% ao ano e a participação da construção civil foi de 0,2 ponto porcentual - índice que a partir deste ano deverá triplicar, atingindo 0,6 ponto porcentual, semelhante ao que foi observado entre 1975 e 1985 e compatível com o de outros países emergentes, como a Coréia.
Além de estimular as transações com terrenos para edificação, as atividades de escritórios de arquitetura e projetos, empresas de comercialização e, principalmente, as contratações de operários num segmento de mão-de-obra intensiva, as incorporações imobiliárias demandam materiais em grande escala.
As vendas de vergalhões, insumo básico para a construção, avançaram 9,3% entre os primeiros semestres de 2006 e 2007. O consumo aparente de cimento cresceu 15,1% no período de janeiro a julho de 2007, em relação aos mesmos meses de 2006. Nesta mesma base de comparação, o faturamento total da indústria de material de construção cresceu 7,5% e o emprego, 7%.
Outro estudo da FGV, encomendado por uma associação de classe, mostrou o impacto positivo da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em dezenas de itens de materiais de construção, estimada em mais de R$ 500 milhões, valor que acaba retornando aos cofres públicos em decorrência do aumento da atividade, ou seja, da incidência de um tributo com alíquota menor sobre um volume muito maior de bens comercializados.
Ao mesmo tempo, a oferta de crédito imobiliário alcança níveis próximos aos do início dos anos 80, quando mais de 200 mil imóveis eram financiados por ano pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que capta recursos via cadernetas de poupança.
Em 2007, até agosto, 117 mil unidades foram financiadas pelo SBPE. Mantido o ritmo mensal de 17 mil a 18 mil unidades financiadas, que foi o do último bimestre, os financiamentos deste ano poderão superar a casa dos 185 mil, número inferior apenas aos do triênio 1980/1982. Para isso não faltam recursos, pois a captação líquida via cadernetas atingiu R$ 11 bilhões nos primeiros oito meses do ano. Nos últimos 12 meses, até agosto, o saldo dos depósitos de poupança aumentou R$ 33 bilhões, 24,5% acima dos 12 meses anteriores.
O fortalecimento do mercado imobiliário produz efeito positivo sobre fabricantes de móveis, geladeiras e fogões, que registram taxas de crescimento anual elevadas, entre 10% e 30%. A indústria de mobiliário, em especial, está reagindo depois de ter sido fortemente atingida pelo crescimento das importações, estimuladas pela desvalorização do dólar. E, a partir deste ano, uma prática comum em mercados imobiliários desenvolvidos está chegando ao País: mediante acordos feitos antes da conclusão do imóvel entre construtoras e fornecedores de armários embutidos e equipamentos básicos, é possível a entrega de unidades semimobiliadas, quase prontas para serem habitadas.
A expansão do setor imobiliário deve-se ao aumento da renda das famílias, à diminuição do desemprego e a um conjunto de medidas legais adotadas nos últimos anos, que reduziram os custos de transação, ampliaram a segurança jurídica dos contratos de financiamento e diminuíram a tributação incidente sobre as operações de compra e venda e os materiais de construção.
O crescimento da construção civil tem tudo para ser sustentável. Ainda que as condições macroeconômicas viessem a se tornar menos favoráveis, o nível de endividamento com habitação das famílias é moderado e o governo tem espaço para estimular a oferta de crédito, favorecendo, por exemplo, o segmento de securitização das dívidas imobiliárias, ampliando o mercado secundário de recebíveis imobiliários e criando, assim, um mercado adicional de oferta de crédito à moradia.
Fonte: Estadão
Notícia - Feira de Imóveis de Fortaleza:
1.500 imóveis de R$ 70 mil a R$ 1 mil
Vinte e duas construtoras participam da 1ª Festimóveis — Feira de Imóveis de Fortaleza, que começou ontem e vai até o próximo dia 30 de setembro, no shopping Iguatemi. O evento oferta 1.500 unidades, que variam de R$ 70 mil a mais de R$ 1 milhão. Segundo o diretor da Immobilis, Ricardo Bezerra, os imóveis poderão ser financiados em até 80% pelo banco ou 100% na própria construtora, com um prazo que pode chegar a 240 meses.
Em uma avaliação para o primeiro dia da feira, Bezerra disse que o movimento pelos stands superou as expectativas. ´Entre 10 horas às 16h, foram fechados alguns negócios´, assegurou, mas não quis quantificar o volume de negócios.
´Projetamos que sejam vendidos pelos menos 50 imóveis nos dez dias de feira´, calcula.
O evento é uma iniciativa das corretoras Immobilis e Kalil Otoch Imobiliária. “Nosso objetivo foi reunir em um espaço com circulação de 60 mil pessoas por dia, os imóveis disponíveis de clientes que fazem parte da nossa carteira de negócios”, explicou Kalil Otoch.
Quem for comprar um imóvel pela feira vai contar com a prestação de vários serviços de cartório, bancos, loja de decoração e de administradora de condomínio.
“Estamos aproveitando o crescimento da oferta de crédito imobiliário e viabilizando aos consumidores um produto que reúne tudo que ele precisa em um só lugar”, observou Ricardo Bezerra, da Immobilis.
Mercado imobiliário
A feira é uma mostra de que a oferta de imóveis faz parte de um ciclo virtuoso, segundo Bezerra. ´Temos convicção que esse período será duradouro. Hoje, no Brasil, as taxas de juros estão em queda e os prazos de financiamento cada vez maiores´.
Para ele, os bancos e investidores nacionais e internacionais do mercado de capitais estão com maior apetite para colocar seu dinheiro no mercado imobiliário. ´A maior prova disso é o sucesso dos IPOs das construtoras na Bovespa. É uma verdadeira coqueluche a abertura de capital das construtoras. Com isso, o capital, que estava faltando nesse mercado, não é mais problema´.
Nesse cenário, o empresário diz que quem sai ganhando é o consumidor. ´O comprador de imóveis conta com condições de compra nunca antes vistas´.
Quanto à possível retração de consumo diante das notícias sobre a crise imobiliária nos EUA, Bezerra lembra que o mercado imobiliário americano participa do PIB daquele país com um percentual gigantesco. ´Trata-se de um mercado influente. No entanto, não creio que essa crise momentânea nos EUA venha a afetar diretamente o mercado local´, explicou.
As construtoras participantes da feira são a Blokus, C.Rolim Engenharia, CCB, Cameron, Columbia, Diagonal, Engexata, Farias Brito, Fertaper, GT Empreendimentos, J. Simões, Jereissati Centros Comerciais, JWT, Manhattan Construtora, Magis Participações, Marquise, Mendonça Aguiar, Mota Machado, Placic, Potenza, SM Sistema Fácil e Terra Brasilis.
Fonte: Diário do Nordeste
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
As notícias de hoje, 24/09, são:
As notícias de hoje, 24/09, são:
Notícias - Salão Imobiliário SP:
- 2º Salão Imobiliário São Paulo
- Santanter terá condições especiais para SISP
Notícias - Bancos:
- Banco Real aumenta prazo para 25 anos
- HSBC fecha unidade de crédito para imóveis
- Banco do Brasil vai oferecer financiamento imobiliário no Rio a partir de dezembro
- Bonsucesso oferecerá empréstimos imobiliários
Notícias - Crédito Imobiliário:
- No futuro,vamos abrir crédito em 24 horas
- Agosto foi o melhor mês do ano em vendas
Notícias - Salão Imobiliário SP:
2º Salão Imobiliário São Paulo
Anhembi vira centro de compra, crédito e decoração
Citibank lança no evento novo plano de financiamento imobiliário
EDSON VALENTE EDITOR-ASSISTENTE DE IMÓVEIS E CONSTRUÇÃO – FSP
Barba, cabelo e bigode. A proposta dos organizadores do Sisp (Salão Imobiliário São Paulo) é permitir que interessados em comprar ou alugar um imóvel possam contratar financiamento, buscar certidões do bem e mesmo mobiliá-lo durante a visita ao Anhembi.
Existe até uma etapa do processo de aquisição que pode ser feita antes mesmo do começo do evento: a da escolha do bem desejado. Os imóveis que serão ofertados estão listados no site www.sisp.com.br.
Há cerca de 30 mil empreendimentos novos, na planta e usados, que custam de R$ 60 mil a R$ 2 milhões.
Alguns deles serão lançados na feira. A Goldfarb apresentará 11 empreendimentos.
As oportunidades de transação passarão também por outros Estados -a Gafisa, por exemplo, terá unidades em cidades como Salvador e Curitiba- e até em outros países, o que condiz com o interesse do público que já se credenciou no site do evento.
No pavilhão, os bancos fecharão negócios de financiamento. O Citibank lançará plano de crédito imobiliário -para bens que custam entre R$ 60 mil e R$ 150 mil, o juro anual por todo o período de financiamento, que chega a 25 anos, é de 8,95%.
No estande do Santander, haverá simulações de planos de parcelas fixas ou atualizáveis e a possibilidade da aprovação da carta de crédito no local.
A fase de busca de certidões e de documentos necessários para fechar negócio também foi incluída no pacote.
"Haverá estandes de cartórios", observa Elbio Fernández Mera, vice-presidente de comercialização e marketing do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário), organizador do salão ao lado de Alcantara Machado e Reed Exhibitions.
Para arrematar, estarão presentes lojas de mobiliário, como a Ornare, que mostrará seus armários e closets.
SALÃO IMOBILIÁRIO SÃO PAULO
Quando: de 27 a 30/9, das 12h às 21h (quinta e sexta) ou das 10h às 21h (sábado e domingo)
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi; av. Olavo Fontoura, 1.209, zona norte
Quanto: R$ 10 por família; quem se cadastrar previamente no site (www.sisp.com.br) não paga
Para encontrar o imóvel dos sonhos
Salão Imobiliário reunirá ofertas para diversos públicos em quatro dias no Pavilhão de Exposições do Anhembi
Quem está à procura de uma boa oportunidade para adquirir um imóvel terá quatro dias para pesquisar, comparar preços ou até mesmo fechar negócio, tudo num lugar só. A partir da próxima quinta-feira até domingo ocorre a segunda edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições Anhembi. O evento organizado pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP), em parceria com a Alcântara Machado Feiras de Negócios e Reed Exhibitions, trará ofertas de imóveis residenciais, comerciais, lançamentos e lotes disponíveis em São Paulo, Região Metropolitana, litoral, interior e até em outros Estados.
As maiores empresas do setor selecionaram empreendimentos de diversos preços e características para apresentar ao público. No estande da Tecnisa, o visitante poderá conhecer os lançamentos Grand Maia, New Jazz e Choice. São unidades nas faixas de R$ 470 mil a R$ 610 mil e área de cerca de 190 m² de até quatro suítes. São lançamentos que privilegiam o contato com o meio ambiente e as áreas de lazer trazem opções que vão de brinquedoteca até lan house e ofurô.
A Camargo Corrêa vai exibir lançamentos de maio e junho deste ano, com previsão de entrega para 2010, nos condomínios Águas de Março, Cristais da Terra e Fotografia, no Jardim Sul (SP), e Viveiro Marília Vogt, na Vila São Francisco (SP), com preços que variam de R$ 406 mil a R$ 780 mil e áreas de 138m² a 462m² (coberturas). Os apartamentos têm plantas que podem ser personalizadas, além de extensa área de lazer.
Os interessandos na região de Tamboré poderão conferir empreendimentos de alto padrão, com obras já iniciadas, da MPD-KC. O Terraços Tamboré, com área de 201 m², valor médio de R$ 498 mil (à vista) e R$ 614.687 (financiado), tem unidades com entrega prevista para agosto de 2009. A empresa apresenta ainda os edifícios Aroeira, Buritie e Cedro com apartamentos de quatro dormitórios ou três suítes e o Parque-Privê que possuirá 7,3 mil m² de área verde preservada e área de lazer com piscinas, ofurô, salão de jogos, entre outros.
Para quem deseja ter um apartamento na praia, haverá ofertas de residenciais da Riviera de São Lourenço, litoral norte de São Paulo, feitas pela Parceira Consultoria de Imóveis. Os preços variam de R$ 400 mil a R$ 1 milhão e as áreas vão de 80 m² a 190 m². Os edifícios contam com espaços, como quadra de street ball, churrasqueira, piscina adulto, piscina infantil, solarium, entre outros. A empresa ainda vai comercializar apartamentos nos edifícios Mare, Costa Mare, Green Waves, Blue Waves, Turim, Modena, Maranello, Rio Tocantins e Portal dos Jequitibás.
CONVENÇÃO
Paralelamente ao salão, ocorre a 4.ª Convenção Secovi, com a realização de plenárias e palestras técnicas, bem como visitas técnicas a empreendimentos imobiliários da Grande São Paulo. Na ocasião, será empossado o presidente eleito do Secovi-SP, João Crestana, que substitui Romeu Chap Chap, durante cerimônia no dia 28.
2° Salão Imobiliário São Paulo. De 27 a 30 de setembro, quinta e sexta-feira das 12h às 21h, sábado e domingo das 10h às 21h. Pavilhão de Exposições do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209. Entrada: R$ 10,00 por família. Informações: www.sisp.com.br
Santanter terá condições especiais para SISP
Quem visitar o estande do Santander no Salão Imobiliário São Paulo 2007 (SISP), entre 27 e 30 de setembro, poderá fazer simulações de financiamentos da casa própria por planos de parcelas fixas ou atualizáveis. Os clientes aprovados receberão uma carta de crédito. O banco preparou uma condição especial de crédito imobiliário válida exclusivamente para os visitantes do salão.
A vice-presidente de Crédito Imobiliário do Santander, Ana Isabel Perez, destaca que o banco tem facilitado cada vez mais o acesso ao crédito imobiliário, exigindo apenas os documentos pessoais do comprador e do vendedor do imóvel, a comprovação de renda do comprador, a matrícula do imóvel e a certidão de tributos imobiliários. Além disso, o Santader também aceita a composição de renda de duas pessoas, sem vínculo de parentesco ou matrimonial, para o financiamento, favorecendo o acesso ao financiamento. "O Santander tem uma grande experiência internacional, o que nos permite ofertar ao mercado os melhores produtos e um processo fácil de contratação do financiamento", afirma. (Redação - InvestNews)
Fonte: Gazeta Mercantil
Notícias - Bancos:
Banco Real aumenta prazo para 25 anos
OESP
O Banco Real anunciou que ampliará o prazo para pagamento do financiamento imobiliário de 20 para 25 anos. O novo produto será lançado durante o Salão Imobiliário de São Paulo, que ocorre de 27 e 30 de setembro, no Pavilhão do Anhembi. A nova linha de crédito vai valer para imóveis com valor até R$ 120 mil. Nos primeiros anos, insidirá taxa de juros de 8% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Nos 21 anos seguintes a taxa sobe para de 11,5% ao ano mais TR.
HSBC fecha unidade de crédito para imóveis
A subsidiária de hipotecas de alto risco será fechada devido a perdas com a queda dos preços dos imóveis e a alta da inadimplência
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EXAME O HSBC, maior banco europeu, decidiu fechar sua unidade de subprime, o segmento de crédito de alto risco para a compra de imóveis. A decisão ocorre dois meses após a crise no setor de hipotecas nos Estados Unidos, que desencadeou quedas em bolsas de valores de todo o mundo e redução dos lucros de dezenas de instituições financeiras.
Segundo o HSBC, a decisão de fechar sua unidade de hipotecas Decision One Mortgages reflete as perdas do setor com a queda do preço de imóveis nos Estados Unidos e o conseqüente aumento da inadimplência. Apesar de fechar a unidade, o HSBC informou que continuará a oferecer crédito imobiliário a seus clientes nas próprias agências bancárias.
Com o fechamento da Decision One, cerca de 750 funcionários serão demitidos. O prejuízo da unidade somado aos custos para o fechamento do negócio devem alcançar quase 950 milhões de dólares.
Assim como HSBC, outras instituições financeiras, como a Countrywide Financial, a já haviam informado a redução de suas atividades no segmento de subprime.
De acordo com estudo da RealtyTrac, uma das principais empresas americanas de pesquisa imobiliária, o país deve terminar 2007 com um recorde de 2 milhões de hipotecas executadas ou em fase de execução.
Boa parte dessas pessoas não vai conseguir renegociar suas dívidas ou vender o imóvel antes da execução judicial. Com isso, a soma dos sem-teto pode chegar a quase 800 000 famílias, considerando-se os últimos três anos. Os estados da Califórnia, Flórida, Nevada e Arizona concentram a maior parte do problema.
Banco do Brasil vai oferecer financiamento imobiliário no Rio a partir de dezembro
Novas opções de crédito para a compra da casa própria estão saindo do forno. O Banco do Brasil lançará no Rio, em dezembro, linhas de empréstimo imobiliário com taxas de juros semelhantes às já aplicadas no mercado - 8% a 14% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Serão oferecidas opções de taxas pré e pós-fixadas e com pagamento descontado em folha. O prazo de quitação será de até 25 anos e o limite de financiamento, de 90%.
O BB espera oferecer linhas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - mais baratas. Para isso, entrou com o pedido no Conselho Curador do FGTS, segundo o diretor de crédito imobiliário, Paulo Rogério Caffarelli.
Crédito pré-aprovado
O Conselho Curador do FGTS estuda a viabilidade de um crédito pré-aprovado para financiamento habitacional. Um grupo de trabalho interno está se baseando num modelo usado no México, que estabelece sistema de pontuação de acordo com o tempo de conta.
- Quanto mais tempo o trabalhador recolher, mais pontos ganhará. A partir de determinada pontuação, passará a ter direito ao crédito pré-aprovado - disse Celso Luiz Petrucci, integrante do Conselho.
Fonte: O Globo
Bonsucesso oferecerá empréstimos imobiliários
O Banco Bonsucesso SA, banco brasileiro especializado em empréstimos consignados, pretende começar a oferecer empréstimos para a compra da casa própria, num momento em que a demanda por crédito ao consumidor cresce no Brasil, a maior economia da América Latina.
Os empréstimos imobiliários poderão responder por 10% da carteira de crédito do banco até o final deste ano e crescer para 40% dentro de dois anos, disse Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do banco, em entrevista concedida em São Paulo. A carteira de empréstimos do Bonsucesso cresceu para R$ 1 bilhão em agosto passado, a partir dos R$ 450 milhões do final de 2006.
'Chegou a hora de nós tirarmos proveito dessa crescente oportunidadeAs taxas de juros provavelmente continuarão caindo e o crescimento do setor de empréstimos para a compra da casa própria virá na esteira de juros mais baixos', disse Guimarães.
Demanda em alta. A demanda por residências e por crédito está disparando no Brasil após os responsáveis pela política monetária do Banco Central terem reduzido a taxa Selic por 18 vezes desde setembro de 2005, para o recorde de baixa de 11,25%, a partir dos 19,75% iniciais. Os empréstimos imobiliários como percentual do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro podem crescer para até 12% dentro de cinco anos, a partir de aproximadamente 1,7% atualmente, disse Guimarães.
O Bonsucesso pretende começar a oferecer empréstimos imobiliários até novembro em Belo Horizonte, onde está sediado. O banco, com controle acionário restrito, se concentrará na ampliação do crédito para tomadores cuja renda varie de R$ 1,9 mil a R$ 3,8 mil por mês, segundo Guimarães. Os empréstimos terão prazo médio de quitação de 15 anos com taxas de juros anuais entre 15% e 18%, disse ele.
Fonte: Jornal do Commercio (Telma Marotto e Carla Simões)
Notícias - Crédito Imobiliário:
No futuro,vamos abrir crédito em 24 horas
Segundo Tenerello, o sistema de aprovação de crédito imobiliário atual ainda é muito burocrático e o setor propõe mudanças Renata Gama.
A partir de 2004, o crédito imobiliário que estava estagnado no Brasil deslanchou e voltou a atender à classe média. Números das aplicações dos recursos da poupança registram recordes atrás de recordes, mês a mês. Somente no primeiro semestre deste ano, foram contratados R$ 8,524 milhões, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em entrevista exclusiva ao Estado, o presidente da entidade, Décio Tenerello, ressalta que a edição da Lei 10.931 de 2004 ajudou a reativar o sistema de financiamentos, pois aumentou a segurança das operações. A estabilidade econômica também contribuiu para que mais pessoas tivessem acesso ao crédito. Mas para ele, ainda há desafios a serem vencidos. E o principal deles é a burocracia.
O volume de aplicação dos recursos da poupança cresce numa curva ascendente. Há uma perspectiva de quando ela possa parar?
Nós não estamos vivendo uma bolha imobiliária no Brasil. Então, não corremos esse risco de que haja interrupção abrupta abrupta nesse processo.
Não se pensa nem mesmo em estabilização?
Não, eu acredito que nós vamos ainda continuar crescendo por um longo período de
tempo. Porque se você for analisar, o Brasil hoje tem um déficit habitacional de mais ou menos 8 milhões de pessoas. Deste volume, 10% ganham até cinco salários mínimos. E este já é um público que pode ser atendido pelo financiamento bancário com recursos da poupança. Os outros 90% estão abaixo de 5 salários; e 82% abaixo de 3 salários mínimos. Mas com o aumento da oferta de emprego, uma família com três pessoas que ganham três salários forma uma renda de nove salários. Se você for imaginar o tamanho desse mercado, nós ainda teremos um longo prazo pela frente somente para satisfazer ou reduzir esse volume do déficit habitacional. Sendo muito otimista, a gente tem no mínimo mais de cinco milhões de unidades a serem financiadas pelo mercado. Nós não teremos em um espaço de tempo próximo uma redução de oferta desse produto.
Mudanças na legislação ajudaram a reativar o mercado de crédito imobiliário. Na sua opinião, ainda há mais o que ser feito?
Há. Temos duas propostas importantes que ainda precisam ser colocadas em prática para que o sistema financeiro brasileiro fique no patamar de modernidade dos países mais avançados do mundo. A primeira, e mais importante, é a desburocratização do crédito. Hoje o crédito imobiliário é um dos mais burocratizados. Chega a demorar 60 dias, 90 dias, para você obter um financiamento. E o que mais impacta tudo isso são as chamadas certidões negativas que você tem que tirar tanto do comprador, do vendedor, como do imóvel. É uma coisa horrível. A segunda é a criação de um mercado secundário. A gente tem de criar instrumentos para que você tenha um mercado de livre negociação de papéis gerados pelo mercado imobiliário. Para que isso aconteça, precisamos fazer uma padronização dos contratos no mercado.
Oque de prático tem sido feito para desburocratizar o crédito?
Nós fizemos uma análise dos sistemas de registro existentes em outros países e optamos por adotar o espanhol que é uma centralização do ônus do imóvel na matrícula. Isso quer dizer que, todos os ônus que incorrerem sobre o imóvel têm de ficar registrados na margem da matrícula. Por exemplo, se você vendeu um imóvel que já está hipotecado num banco ou que esteja penhorado pela Receita Federal, tem que ter escrituração nesse documento. Assim, nós vamos poder fazer uma pesquisa via internet, puxar os dados e ver o que pesa sobre o imóvel e até tirar uma certidão digital sobre aquele contrato. Além disso, o que não estiver escrito ali naquela margem da matrícula não vai valer para efeito de direito sobre o imóvel. Então, veja você, o grande avanço que a gente vai ter com isso.
Vamos chegar num ponto, eu imagino, na hora que os cartórios todos estiverem devidamente preparados, que vamos fazer uma operação de crédito em 24 horas, assim como é feito com um veículo.
Mas isso envolve um esforço não apenas da Abecip...
Está havendo um entendimento entre a iniciativa privada e o governo para a aprovação dessas mudanças. As pessoas decisivas do processo estão juntas e o mais importante é que ninguém está contra. A gente está conseguindo chegar a um ponto final sem grandes divergências. É só questão de aparar algumas arestas. Este é um processo que tem de passar pelo Congresso, e tem de ser feito em formato de projeto de lei, porque muda a lei dos registros públicos. Acredito que até o fim do ano a gente tenha no mínimo encaminhado o projeto. Essas mudanças, uma vez aprovadas, serão tão importantes para o sistema imobiliário como é a Lei 10.931, que colaborou para promover o salto de qualidade que a gente teve. Vai facilitar a vida das pessoas que vão gastar menos dinheiro e tempo, com as mesmas características de segurança que se tem hoje.
Fonte: Estadão
Agosto foi o melhor mês do ano em vendas
OESP
De acordo com levantamento divulgado esta semana pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), agosto foi o melhor mês de vendas de imóveis usados em 2007, em São Paulo. O crescimento em relação a julho foi de 4,71%. A maioria dos negócios foi feita à vista, 61%, e concentrou-se na faixa dos imóveis de até R$ 100 mil - 55,62% do total vendido. De acordo com o Creci-SP, o mercado foi beneficiado em agosto pelo efeito de volta das férias .
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2º Salão Imobiliário São Paulo
Anhembi vira centro de compra, crédito e decoração
Citibank lança no evento novo plano de financiamento imobiliário
EDSON VALENTE EDITOR-ASSISTENTE DE IMÓVEIS E CONSTRUÇÃO – FSP
Barba, cabelo e bigode. A proposta dos organizadores do Sisp (Salão Imobiliário São Paulo) é permitir que interessados em comprar ou alugar um imóvel possam contratar financiamento, buscar certidões do bem e mesmo mobiliá-lo durante a visita ao Anhembi.
Existe até uma etapa do processo de aquisição que pode ser feita antes mesmo do começo do evento: a da escolha do bem desejado. Os imóveis que serão ofertados estão listados no site www.sisp.com.br.
Há cerca de 30 mil empreendimentos novos, na planta e usados, que custam de R$ 60 mil a R$ 2 milhões.
Alguns deles serão lançados na feira. A Goldfarb apresentará 11 empreendimentos.
As oportunidades de transação passarão também por outros Estados -a Gafisa, por exemplo, terá unidades em cidades como Salvador e Curitiba- e até em outros países, o que condiz com o interesse do público que já se credenciou no site do evento.
No pavilhão, os bancos fecharão negócios de financiamento. O Citibank lançará plano de crédito imobiliário -para bens que custam entre R$ 60 mil e R$ 150 mil, o juro anual por todo o período de financiamento, que chega a 25 anos, é de 8,95%.
No estande do Santander, haverá simulações de planos de parcelas fixas ou atualizáveis e a possibilidade da aprovação da carta de crédito no local.
A fase de busca de certidões e de documentos necessários para fechar negócio também foi incluída no pacote.
"Haverá estandes de cartórios", observa Elbio Fernández Mera, vice-presidente de comercialização e marketing do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário), organizador do salão ao lado de Alcantara Machado e Reed Exhibitions.
Para arrematar, estarão presentes lojas de mobiliário, como a Ornare, que mostrará seus armários e closets.
SALÃO IMOBILIÁRIO SÃO PAULO
Quando: de 27 a 30/9, das 12h às 21h (quinta e sexta) ou das 10h às 21h (sábado e domingo)
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi; av. Olavo Fontoura, 1.209, zona norte
Quanto: R$ 10 por família; quem se cadastrar previamente no site (www.sisp.com.br) não paga
Para encontrar o imóvel dos sonhos
Salão Imobiliário reunirá ofertas para diversos públicos em quatro dias no Pavilhão de Exposições do Anhembi
Quem está à procura de uma boa oportunidade para adquirir um imóvel terá quatro dias para pesquisar, comparar preços ou até mesmo fechar negócio, tudo num lugar só. A partir da próxima quinta-feira até domingo ocorre a segunda edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições Anhembi. O evento organizado pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP), em parceria com a Alcântara Machado Feiras de Negócios e Reed Exhibitions, trará ofertas de imóveis residenciais, comerciais, lançamentos e lotes disponíveis em São Paulo, Região Metropolitana, litoral, interior e até em outros Estados.
As maiores empresas do setor selecionaram empreendimentos de diversos preços e características para apresentar ao público. No estande da Tecnisa, o visitante poderá conhecer os lançamentos Grand Maia, New Jazz e Choice. São unidades nas faixas de R$ 470 mil a R$ 610 mil e área de cerca de 190 m² de até quatro suítes. São lançamentos que privilegiam o contato com o meio ambiente e as áreas de lazer trazem opções que vão de brinquedoteca até lan house e ofurô.
A Camargo Corrêa vai exibir lançamentos de maio e junho deste ano, com previsão de entrega para 2010, nos condomínios Águas de Março, Cristais da Terra e Fotografia, no Jardim Sul (SP), e Viveiro Marília Vogt, na Vila São Francisco (SP), com preços que variam de R$ 406 mil a R$ 780 mil e áreas de 138m² a 462m² (coberturas). Os apartamentos têm plantas que podem ser personalizadas, além de extensa área de lazer.
Os interessandos na região de Tamboré poderão conferir empreendimentos de alto padrão, com obras já iniciadas, da MPD-KC. O Terraços Tamboré, com área de 201 m², valor médio de R$ 498 mil (à vista) e R$ 614.687 (financiado), tem unidades com entrega prevista para agosto de 2009. A empresa apresenta ainda os edifícios Aroeira, Buritie e Cedro com apartamentos de quatro dormitórios ou três suítes e o Parque-Privê que possuirá 7,3 mil m² de área verde preservada e área de lazer com piscinas, ofurô, salão de jogos, entre outros.
Para quem deseja ter um apartamento na praia, haverá ofertas de residenciais da Riviera de São Lourenço, litoral norte de São Paulo, feitas pela Parceira Consultoria de Imóveis. Os preços variam de R$ 400 mil a R$ 1 milhão e as áreas vão de 80 m² a 190 m². Os edifícios contam com espaços, como quadra de street ball, churrasqueira, piscina adulto, piscina infantil, solarium, entre outros. A empresa ainda vai comercializar apartamentos nos edifícios Mare, Costa Mare, Green Waves, Blue Waves, Turim, Modena, Maranello, Rio Tocantins e Portal dos Jequitibás.
CONVENÇÃO
Paralelamente ao salão, ocorre a 4.ª Convenção Secovi, com a realização de plenárias e palestras técnicas, bem como visitas técnicas a empreendimentos imobiliários da Grande São Paulo. Na ocasião, será empossado o presidente eleito do Secovi-SP, João Crestana, que substitui Romeu Chap Chap, durante cerimônia no dia 28.
2° Salão Imobiliário São Paulo. De 27 a 30 de setembro, quinta e sexta-feira das 12h às 21h, sábado e domingo das 10h às 21h. Pavilhão de Exposições do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209. Entrada: R$ 10,00 por família. Informações: www.sisp.com.br
Santanter terá condições especiais para SISP
Quem visitar o estande do Santander no Salão Imobiliário São Paulo 2007 (SISP), entre 27 e 30 de setembro, poderá fazer simulações de financiamentos da casa própria por planos de parcelas fixas ou atualizáveis. Os clientes aprovados receberão uma carta de crédito. O banco preparou uma condição especial de crédito imobiliário válida exclusivamente para os visitantes do salão.
A vice-presidente de Crédito Imobiliário do Santander, Ana Isabel Perez, destaca que o banco tem facilitado cada vez mais o acesso ao crédito imobiliário, exigindo apenas os documentos pessoais do comprador e do vendedor do imóvel, a comprovação de renda do comprador, a matrícula do imóvel e a certidão de tributos imobiliários. Além disso, o Santader também aceita a composição de renda de duas pessoas, sem vínculo de parentesco ou matrimonial, para o financiamento, favorecendo o acesso ao financiamento. "O Santander tem uma grande experiência internacional, o que nos permite ofertar ao mercado os melhores produtos e um processo fácil de contratação do financiamento", afirma. (Redação - InvestNews)
Fonte: Gazeta Mercantil
Notícias - Bancos:
Banco Real aumenta prazo para 25 anos
OESP
O Banco Real anunciou que ampliará o prazo para pagamento do financiamento imobiliário de 20 para 25 anos. O novo produto será lançado durante o Salão Imobiliário de São Paulo, que ocorre de 27 e 30 de setembro, no Pavilhão do Anhembi. A nova linha de crédito vai valer para imóveis com valor até R$ 120 mil. Nos primeiros anos, insidirá taxa de juros de 8% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Nos 21 anos seguintes a taxa sobe para de 11,5% ao ano mais TR.
HSBC fecha unidade de crédito para imóveis
A subsidiária de hipotecas de alto risco será fechada devido a perdas com a queda dos preços dos imóveis e a alta da inadimplência
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EXAME O HSBC, maior banco europeu, decidiu fechar sua unidade de subprime, o segmento de crédito de alto risco para a compra de imóveis. A decisão ocorre dois meses após a crise no setor de hipotecas nos Estados Unidos, que desencadeou quedas em bolsas de valores de todo o mundo e redução dos lucros de dezenas de instituições financeiras.
Segundo o HSBC, a decisão de fechar sua unidade de hipotecas Decision One Mortgages reflete as perdas do setor com a queda do preço de imóveis nos Estados Unidos e o conseqüente aumento da inadimplência. Apesar de fechar a unidade, o HSBC informou que continuará a oferecer crédito imobiliário a seus clientes nas próprias agências bancárias.
Com o fechamento da Decision One, cerca de 750 funcionários serão demitidos. O prejuízo da unidade somado aos custos para o fechamento do negócio devem alcançar quase 950 milhões de dólares.
Assim como HSBC, outras instituições financeiras, como a Countrywide Financial, a já haviam informado a redução de suas atividades no segmento de subprime.
De acordo com estudo da RealtyTrac, uma das principais empresas americanas de pesquisa imobiliária, o país deve terminar 2007 com um recorde de 2 milhões de hipotecas executadas ou em fase de execução.
Boa parte dessas pessoas não vai conseguir renegociar suas dívidas ou vender o imóvel antes da execução judicial. Com isso, a soma dos sem-teto pode chegar a quase 800 000 famílias, considerando-se os últimos três anos. Os estados da Califórnia, Flórida, Nevada e Arizona concentram a maior parte do problema.
Banco do Brasil vai oferecer financiamento imobiliário no Rio a partir de dezembro
Novas opções de crédito para a compra da casa própria estão saindo do forno. O Banco do Brasil lançará no Rio, em dezembro, linhas de empréstimo imobiliário com taxas de juros semelhantes às já aplicadas no mercado - 8% a 14% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Serão oferecidas opções de taxas pré e pós-fixadas e com pagamento descontado em folha. O prazo de quitação será de até 25 anos e o limite de financiamento, de 90%.
O BB espera oferecer linhas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - mais baratas. Para isso, entrou com o pedido no Conselho Curador do FGTS, segundo o diretor de crédito imobiliário, Paulo Rogério Caffarelli.
Crédito pré-aprovado
O Conselho Curador do FGTS estuda a viabilidade de um crédito pré-aprovado para financiamento habitacional. Um grupo de trabalho interno está se baseando num modelo usado no México, que estabelece sistema de pontuação de acordo com o tempo de conta.
- Quanto mais tempo o trabalhador recolher, mais pontos ganhará. A partir de determinada pontuação, passará a ter direito ao crédito pré-aprovado - disse Celso Luiz Petrucci, integrante do Conselho.
Fonte: O Globo
Bonsucesso oferecerá empréstimos imobiliários
O Banco Bonsucesso SA, banco brasileiro especializado em empréstimos consignados, pretende começar a oferecer empréstimos para a compra da casa própria, num momento em que a demanda por crédito ao consumidor cresce no Brasil, a maior economia da América Latina.
Os empréstimos imobiliários poderão responder por 10% da carteira de crédito do banco até o final deste ano e crescer para 40% dentro de dois anos, disse Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente do banco, em entrevista concedida em São Paulo. A carteira de empréstimos do Bonsucesso cresceu para R$ 1 bilhão em agosto passado, a partir dos R$ 450 milhões do final de 2006.
'Chegou a hora de nós tirarmos proveito dessa crescente oportunidadeAs taxas de juros provavelmente continuarão caindo e o crescimento do setor de empréstimos para a compra da casa própria virá na esteira de juros mais baixos', disse Guimarães.
Demanda em alta. A demanda por residências e por crédito está disparando no Brasil após os responsáveis pela política monetária do Banco Central terem reduzido a taxa Selic por 18 vezes desde setembro de 2005, para o recorde de baixa de 11,25%, a partir dos 19,75% iniciais. Os empréstimos imobiliários como percentual do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro podem crescer para até 12% dentro de cinco anos, a partir de aproximadamente 1,7% atualmente, disse Guimarães.
O Bonsucesso pretende começar a oferecer empréstimos imobiliários até novembro em Belo Horizonte, onde está sediado. O banco, com controle acionário restrito, se concentrará na ampliação do crédito para tomadores cuja renda varie de R$ 1,9 mil a R$ 3,8 mil por mês, segundo Guimarães. Os empréstimos terão prazo médio de quitação de 15 anos com taxas de juros anuais entre 15% e 18%, disse ele.
Fonte: Jornal do Commercio (Telma Marotto e Carla Simões)
Notícias - Crédito Imobiliário:
No futuro,vamos abrir crédito em 24 horas
Segundo Tenerello, o sistema de aprovação de crédito imobiliário atual ainda é muito burocrático e o setor propõe mudanças Renata Gama.
A partir de 2004, o crédito imobiliário que estava estagnado no Brasil deslanchou e voltou a atender à classe média. Números das aplicações dos recursos da poupança registram recordes atrás de recordes, mês a mês. Somente no primeiro semestre deste ano, foram contratados R$ 8,524 milhões, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em entrevista exclusiva ao Estado, o presidente da entidade, Décio Tenerello, ressalta que a edição da Lei 10.931 de 2004 ajudou a reativar o sistema de financiamentos, pois aumentou a segurança das operações. A estabilidade econômica também contribuiu para que mais pessoas tivessem acesso ao crédito. Mas para ele, ainda há desafios a serem vencidos. E o principal deles é a burocracia.
O volume de aplicação dos recursos da poupança cresce numa curva ascendente. Há uma perspectiva de quando ela possa parar?
Nós não estamos vivendo uma bolha imobiliária no Brasil. Então, não corremos esse risco de que haja interrupção abrupta abrupta nesse processo.
Não se pensa nem mesmo em estabilização?
Não, eu acredito que nós vamos ainda continuar crescendo por um longo período de
tempo. Porque se você for analisar, o Brasil hoje tem um déficit habitacional de mais ou menos 8 milhões de pessoas. Deste volume, 10% ganham até cinco salários mínimos. E este já é um público que pode ser atendido pelo financiamento bancário com recursos da poupança. Os outros 90% estão abaixo de 5 salários; e 82% abaixo de 3 salários mínimos. Mas com o aumento da oferta de emprego, uma família com três pessoas que ganham três salários forma uma renda de nove salários. Se você for imaginar o tamanho desse mercado, nós ainda teremos um longo prazo pela frente somente para satisfazer ou reduzir esse volume do déficit habitacional. Sendo muito otimista, a gente tem no mínimo mais de cinco milhões de unidades a serem financiadas pelo mercado. Nós não teremos em um espaço de tempo próximo uma redução de oferta desse produto.
Mudanças na legislação ajudaram a reativar o mercado de crédito imobiliário. Na sua opinião, ainda há mais o que ser feito?
Há. Temos duas propostas importantes que ainda precisam ser colocadas em prática para que o sistema financeiro brasileiro fique no patamar de modernidade dos países mais avançados do mundo. A primeira, e mais importante, é a desburocratização do crédito. Hoje o crédito imobiliário é um dos mais burocratizados. Chega a demorar 60 dias, 90 dias, para você obter um financiamento. E o que mais impacta tudo isso são as chamadas certidões negativas que você tem que tirar tanto do comprador, do vendedor, como do imóvel. É uma coisa horrível. A segunda é a criação de um mercado secundário. A gente tem de criar instrumentos para que você tenha um mercado de livre negociação de papéis gerados pelo mercado imobiliário. Para que isso aconteça, precisamos fazer uma padronização dos contratos no mercado.
Oque de prático tem sido feito para desburocratizar o crédito?
Nós fizemos uma análise dos sistemas de registro existentes em outros países e optamos por adotar o espanhol que é uma centralização do ônus do imóvel na matrícula. Isso quer dizer que, todos os ônus que incorrerem sobre o imóvel têm de ficar registrados na margem da matrícula. Por exemplo, se você vendeu um imóvel que já está hipotecado num banco ou que esteja penhorado pela Receita Federal, tem que ter escrituração nesse documento. Assim, nós vamos poder fazer uma pesquisa via internet, puxar os dados e ver o que pesa sobre o imóvel e até tirar uma certidão digital sobre aquele contrato. Além disso, o que não estiver escrito ali naquela margem da matrícula não vai valer para efeito de direito sobre o imóvel. Então, veja você, o grande avanço que a gente vai ter com isso.
Vamos chegar num ponto, eu imagino, na hora que os cartórios todos estiverem devidamente preparados, que vamos fazer uma operação de crédito em 24 horas, assim como é feito com um veículo.
Mas isso envolve um esforço não apenas da Abecip...
Está havendo um entendimento entre a iniciativa privada e o governo para a aprovação dessas mudanças. As pessoas decisivas do processo estão juntas e o mais importante é que ninguém está contra. A gente está conseguindo chegar a um ponto final sem grandes divergências. É só questão de aparar algumas arestas. Este é um processo que tem de passar pelo Congresso, e tem de ser feito em formato de projeto de lei, porque muda a lei dos registros públicos. Acredito que até o fim do ano a gente tenha no mínimo encaminhado o projeto. Essas mudanças, uma vez aprovadas, serão tão importantes para o sistema imobiliário como é a Lei 10.931, que colaborou para promover o salto de qualidade que a gente teve. Vai facilitar a vida das pessoas que vão gastar menos dinheiro e tempo, com as mesmas características de segurança que se tem hoje.
Fonte: Estadão
Agosto foi o melhor mês do ano em vendas
OESP
De acordo com levantamento divulgado esta semana pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), agosto foi o melhor mês de vendas de imóveis usados em 2007, em São Paulo. O crescimento em relação a julho foi de 4,71%. A maioria dos negócios foi feita à vista, 61%, e concentrou-se na faixa dos imóveis de até R$ 100 mil - 55,62% do total vendido. De acordo com o Creci-SP, o mercado foi beneficiado em agosto pelo efeito de volta das férias .
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